| 000 | 02641nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 393671 | ||
| 090 | _a393671 | ||
| 100 | _a20160111d2015 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aLimpeza de elementos municiais em balística forense _bRecurso eletrónico _fAna Raquel Ferreira Neto |
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| 210 |
_aCoimbra _c[s.n.] _d2015 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação de Mestrado em Química Forense, apresentada à Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, tendo como orientadores Pedro Mora, Hugh Douglas Burrows. Ficheiro de 3 MB em formato PDF (115 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aA presente dissertação tem por objetivo a implementação de novos métodos de limpeza de elementos municiais de modo a substituir os métodos usados na Especialidade Forense de Balística do Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária. Estes métodos pretendem remover os três tipos de degradação/contaminação mais comuns na prática pericial do laboratório: gesso, corrosão e sangue. Os resultados obtidos no decorrer do trabalho foram avaliados de acordo com critérios previamente definidos nomeadamente que o método tem que permitir a comparação microscópica dos elementos municiais, limpar os mesmos, não pode ser abrasivo para o metal da blindagem, ser de fácil implementação em rotina, ser rápido, ter baixos custos e ser reprodutível. Foram testados dois métodos referência: o que está implementado no laboratório e o que está contemplado no manual de boas práticas do ENFSI. De forma geral os métodos referência não preenchem os dois principais critérios estabelecidos visto que não permitem a comparação nem limpam os elementos de forma satisfatória. Foram então desenvolvidos e avaliados novos métodos para a limpeza dos elementos municiais. Estes envolvem o uso de ultrassons com banho de Extran a 1 e 2.5% e de água destilada, ácido acético a 15%, eletrólise a 150mA e peróxido de hidrogénio a 30% com controlos macro e microscópicos a diferentes tempos. É de salientar que nem todos os métodos foram usados para cada tipo de degradação/contaminação. Concluiu-se que, para cada tipo de degradação/contaminação, existe pelo menos um novo método mais eficaz que o usado no laboratório podendo portanto substituí-lo. | ||
| 606 |
_aBALÍSTICA _9320585 |
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| 606 |
_aQUÍMICA FORENSE _9343048 |
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| 606 |
_aLPC _9320363 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aNETO _bAna Raquel Ferreira _9357956 |
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| 955 | _xOferta | ||