000 03218nam a2200289 4500
001 393636
090 _a393636
100 _a20151203d2015 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aContrarradicalização e segurança no espaço europeu
_bRecurso eletrónico
_eanálise comparativa
_fDiogo André Coelho e Magalhães
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2015
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Mestrado Integrado em Ciências Policiais, apresentada ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, tendo como orientador Felipe Pathé Duarte. Ficheiro de 1,82 MB em formato PDF (110 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aOs atentados terroristas de índole jihadista que ocorreram na Europa, entre 2004 e o presente ano, despertaram os meios políticos, de segurança e os media para a temática do terrorismo doméstico. Associada a este tipo de terrorismo, surgiu, inevitavelmente, a discussão sobre a radicalização individual e grupal como possível explicação para o processo que, no limite, leva a que indivíduos nascidos e criados nos países europeus levem a cabo atos de violência política no país de onde são originários. Deste modo, sensivelmente há uma década que vários países europeus implementaram estratégias e iniciativas de contrarradicalização, como complemento às medidas repressivas e disruptivas, características do contraterrorismo. Este esforço tem como principal objetivo, na generalidade dos países, detetar indivíduos e grupos em processo de radicalização e evitar que estes processos se desenrolem no sentido da violência. Neste trabalho, analisamos as estratégias de contrarradicalização de três países – Reino Unido, Holanda e Dinamarca – assim como algumas iniciativas concretas que surgiram enquadradas por estas estratégias. Procuramos estudar a implementação e evolução destas políticas, a perceção na população-alvo e nos atores que a implementam, assim como o seu papel na dinâmica do próprio fenómeno da radicalização. Concluímos que as avaliações das estratégias e dos programas são escassas e, quando existem, centram-se, principalmente, na quantidade de iniciativas levadas a cabo (outputs) e não nos resultados (outcomes). Os resultados das estratégias e de algumas iniciativas são contraditórios e difusos, fruto não só da inexistência de avaliações, como também da natureza dos poucos estudos que procuram avaliar a perceção e impacto das iniciativas, que são de natureza qualitativa e não permitem, por isso, a generalização de resultados. Apesar disso, as estratégias parecem ter seguido tendências similares e enfrentado, também, desafios comuns, nos três países analisados.
606 _aJIHAD ISLÂMICA
_9330211
606 _aFUNDAMENTALISMO ISLÂMICO
_9343174
606 _aTERRORISMO
_9410420
606 _aEXTREMISMO
_9305302
606 _aPSICOSSOCIOLOGIA
_9102439
606 _aREINO UNIDO
_9334328
606 _aPAÍSES BAIXOS
_9339645
606 _aDINAMARCA
_9334327
606 _aTESE
_9334284
700 _aMAGALHÃES
_bDiogo André Coelho e
_9357932
955 _xOferta