000 03370nam a2200301 4500
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090 _a393564
100 _a20151030d2015 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aCiência, tecnologia e investigação criminal
_einterdependências e limites num Estado de direito democrático
_fJosé Braz
210 _aCoimbra
_cAlmedina
_d2015
215 _a473 p.
_d23 cm
300 _aContém dedicatória do autor.
330 _aPrefácio. 1. Introdução. 2. A ciência ao serviço do direito e da justiça. 2.1. O saber fragmentado e a procura de um modelo epistemológico. 2.2. O "dever ser" da ciência jurídica e o "ser" das ciências naturais. 2.3. Em busca da prova. Do pensamento mágico à razão. 2.4. O positivismo antropológico e a antropometria criminal. 2.5. Da protociência à integração multidisciplinar. A Criminalística. 2.6. Criminalística. Polícia Técnica e Polícia Científica. 2.7. Os modernos processos científicos de individualização. A análise, a correlação e a síntese. O método comparativo. 2.7.1. Considerações gerais. 2.7.2. Métodos e técnicas laboratoriais de Polícia Científica. 2.7.3. O futuro e a revolução invisível da nanotecnologia forense. 2.7.4. As ferramentas do presente. Lofoscopia e Genética forense. 3. Identificação humana e investigação criminal. 3.1. Identificação. Considerações gerais. 3.2. Identificação civil, judiciária e criminal. 3.3. Identidade e Identificação. Reconhecimento e Individualização. 3.4. Evolução histórica dos processos de identificação humana. 3.5. Antropometria criminal. A estatística do corpo. 3.6. Positivismo Republicano e Antropometria Criminal em Portugal. 3.7. Ciência e tecnologia ao serviço da identificação humana. 4. O local do crime na investigação criminal. 4.1. A importância do local do crime como primeiro "momento"conhecido do ato criminoso. 4.2. O conceito de local do crime. 4.3. As "testemunhas mudas" do ato criminoso. 4.4. A equipa de inspeção do local do crime. 4.5. Intervenções preliminares no local do crime. 4.6. Inspeção judiciária. 4.7. Metodologias de trabalho e técnicas instrumentais no local do crime. 4.8. Meios materiais. Equipamentos técnico-forenses. 4.9. Processamento de vestígios no local do crime. 4.10. Cadeia de custódia da prova. 4.11. Ameaças à integridade dos vestígios. A problemática da contaminação. 4.12. Medidas de proteção e segurança sanitária. 4.13. Sinopse final de procedimentos sistemáticos a desenvolver na inspeção ao local do crime. 5. Os limites da ciência e da tecnologia na produção probatória. O presente e o futuro da investigação criminal. 5.1. Regime processual penal. 5.2. A investigação criminal. Desafios, riscos e ameaças. 5.3. O futuro da investigação criminal. Referências bibliográficas.
606 _aTECNOLOGIA
_9234237
606 _aIDENTIFICAÇÃO HUMANA
_9320265
606 _aIDENTIFICAÇÃO DE VESTÍGIOS
_9320505
606 _aLOCAL DO CRIME
_935217
606 _aPOLÍCIA CIENTÍFICA
_9305225
606 _aRECOLHA DA PROVA
_9322094
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aTÉCNICA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9343118
700 _aBRAZ
_bJosé
_9322650
955 _xOferta