000 01480nam a2200205 4500
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090 _a393500
100 _a20151005d1986 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aOs poderes de convolação em processo penal
_fJosé Pedro Fazenda Martins
210 _aLisboa
_cAssociação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa
_d1986
215 _a86 p.
_d22 cm
225 _aEstudos Jurídicos
_v1
330 _aIntrodução. Capitulo I – A concepção naturalística do objecto e da convolação. § 1.º As construções naturalísticas em geral. § 2.º As concepções de Beling. Capítulo II – A concepção neo-kantiana no objecto e nos poderes de convolação. §1.º O objceto processual como violação hipotética dos valores protegidos pelo Direito Penal. §2.º Quadro dos poderes de convolação admitidos. §3.º Crítica da posição neo-kantiana. Capítulo III – A posição adoptada. §1.º A unidade de sentido da conduta humana. §2.º Questão de qualificação e questão de convolação. §3.º Os poderes de convolação em concreto. Capítulo IV – Interpretação do Direito Positivo Português. §1.º Nota introdutória. §2.º Interpretação do art.º 447.º do Código de Processo Penal. §3.º Interpretação do artg.º 448.º.
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
700 _aMARTINS
_bJosé Pedro Fazenda
_9207800
955 _xOferta