000 02259nam a2200301 4500
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090 _a393291
100 _a20150527d2015 y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aFrom expert to lay theories about corruption
_fGabrielle Poeschl, Raquel Esteves, Marta Ferreira
205 _a1.ª ed.
210 _a[Vila Nova de Famalicão]
_cEdições Húmus ; OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Fraude
_d2015
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
225 _aWorking Papers
_v37
300 _aResumo inserto na publicação. Ficheiro de 331 KB em formato PDF (23 p.)
330 _aPara comparar as teorias dos especialistas com as teorias leigas sobre a corrupção, pedimos a 388 adultos portugueses, 204 homens e 184 mulheres, que preenchessem um de três questionários que continham uma parte comum e eram constituídos por uma tarefa de associação de palavras e diversas escalas de opinião. Os principais resultados mostram que os leigos (a) associam fortemente a política à corrupção; (b) consideram que alguns comportamentos são mais condenáveis do que outros, merecendo diferentes tipos de punição; (c) estão conscientes das diferentes consequências da corrupção; porém, apenas o efeito negativo da corrupção sobre a organização social prediz o grau em que as práticas corruptas são consideradas como condenáveis; (d) consideram que Angola apresenta níveis de corrupção, nomeadamente de pequena corrupção, mais elevados do que Portugal e sofre mais as suas consequências; contudo, contrariamente ao que era esperado, a experiência de vida num país com níveis de corrupção mais elevados conduz à formação de opiniões menos, e não mais, negativas sobre as consequências da corrupção. Estes diferentes aspetos das teorias leigas sobre a corrupção são analisados e discutidos.
606 _aCORRUPÇÃO
_9229145
606 _aQUESTIONÁRIO
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606 _aANGOLA
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700 _aPOESCHL
_bGabrielle
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701 _aFERREIRA
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955 _xOferta