| 000 | 02031nam a2200277 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 393222 | ||
| 090 | _a393222 | ||
| 100 | _a20150428d2015 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA trajetória dos vestígios biológicos _bRecurso eletrónico _eda cena de crime à base de dados _equestões da operacionalização da lei 5/2008 na perspetiva dos órgãos de polícia criminal e dos peritos forenses _fSusana Costa |
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| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2015 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aComunicação apresentada no Colóquio "A Lei 5/2008, de 12 de fevereiro, que aprovou a criação da base de dados de perfis de ADN, e a investigação criminal - balanço e perspetivas", organizado pela Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias e pelo Conselho de Fiscalização da Base de Dados de Perfis de ADN, Lisboa, 27 de março de 2015. Ficheiro de 141 KB em formato PDF (21 p.). | ||
| 330 | _aIntrodução. 1. Breves notas sobre a lei nº 5/2008. 2. O diálogo entre a Lei nº 5/2008 e os profissionais no terreno. 2.1. OPC. 2.1.1. Recolha de amostras. 2.1.2. Ordem de introdução. 2.1.3. O consentimento. 2.1.4. Suspeito vs Condenado. 2.1.5. Permanência dos perfis na base de dados. 2.1.6 Compressão de direitos. 2.1.7. ADN como prova rainha. 2.2. A lei nº 5/2008 á luz dos peritos forenses. 2.2.1. A eficácia. 2.2.2. A lentidão. 2.2.3. Estatuto de ‘voluntário’ vs estatuto de ‘condenado’. 2.2.4. Custos e limitações no acesso à base de dados. 2.2.5. Minimalismo genómico. Conclusão. Referências Bibliográficas. | ||
| 606 |
_aPRESERVAÇÃO DA PROVA _9302776 |
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| 606 |
_aPROVA PERICIAL _9225529 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aLOCAL DO CRIME _935217 |
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| 606 |
_aBASE DE DADOS _9227272 |
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| 700 |
_aCosta _bSusana _9324953 |
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| 955 | _xOferta | ||