000 01757nam a2200289 4500
001 393032
090 _a393032
100 _a20150205d2014 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aProva por ADN e o papel do Juiz de Instrução Criminal
_bRecurso eletrónico
_fTiago Caiado Milheiro
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2014
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aComunicação apresentada a 6 de Junho de 2014 em sessão do Centro de Estudos Judiciários (Lisboa), inserida em Curso de Especialização em Temas de Direito Penal e Processual Penal. Ficheiro de 1 MB em formato PDF (35 p.). Disponível também em: https://www.cfbdadosadn.pt/pt/estudosjurisprudencia/Documents/Prova%20por%20adn%20e%20o%20papel%20do%20Juiz%20de%20Instru%C3%A7%C3%A3o%20criminal2-2.pdf. Acedido a 5 de Fevereiro de 2015. 
330 _a1. Intervenção do Juiz de Instrução. 2. Regime legal. 3. Existência de arguido no processo-crime. Comparação directa de perfis de ADN. Consentimento para realização da recolha da amostra e perícia. 4. Existência de arguido no processo-crime. Inexistência de consentimento para realização da recolha da amostra e perícia. Comparação directa. 5. Inexistência de suspeito. Recurso à base de dados do INML para identificação do agente do crime.
606 _aADN
_9243660
606 _aPROVA
_9233195
606 _aJIC
_9329868
606 _aINSTRUÇÃO CRIMINAL
_9238556
606 _aBASE DE DADOS
_9227272
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
700 _aMILHEIRO
_bTiago Caiado
_9285736
955 _xOferta