| 000 | 01727nam a2200265 4500 | ||
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| 001 | 392508 | ||
| 090 | _a392508 | ||
| 100 | _a20140324d2014 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_a"Open sources" na investigação do cibercrime _bRecurso eletrónico _econceito e implicações _fRogério Bravo |
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| 210 |
_aLisboa _ced. do a. _d2014 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aAcesso livre. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 99,3 KB em formato PDF (4 p.). Versão na língua inglesa realizada por ST/ADT (PJ). | ||
| 330 | _aCom a utilização maciça das tecnologias de informação, processamento e comunicação as polícias de investigação criminal são levadas a exercer as suas competências de prevenção e de investigação criminal nesse espaço comunicacional. A recolha de informação criminal em fontes abertas constitui uma importante ferramenta policial, mas a falta de definições legais nos sistemas jurídicos penais na Europa, pode suscitar, mesmo que por mera cautela, enquadramentos jurídicosrestritivos por gabinetes e por assessores jurídicos, que levem ao abandono da exploração de algumas importantes fontes de informação. Para tal, oferece-se uma visão sobre o tema, que permita lançar as bases para a criação de doutrina acerca de "fontes abertas". | ||
| 606 |
_aTECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO _9266188 |
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| 606 |
_aFONTE DE INFORMAÇÃO _9349471 |
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| 606 |
_aANÁLISE DA INFORMAÇÃO _9343238 |
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| 606 |
_aINFORMAÇÃO CRIMINAL _9321297 |
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| 606 |
_aDIREITO PENAL _9224698 |
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| 700 |
_aBRAVO _bRogério _9321244 |
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| 955 | _xOferta | ||