| 000 | 03451nam a2200229 4500 | ||
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| 001 | 392255 | ||
| 090 | _a392255 | ||
| 100 | _a20131017d2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aSaídas precárias _bRecurso eletrónico _eentre o regresso e o não regresso _eestudo exploratório sobre o fenómeno no Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira _fAna Cristina Oliveira Ferreira |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2011 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aTrabalho apresentado à Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Psicologia Jurídica, sob a orientação de Glória Jólluskin. Ficheiro de 1,29 MB em formato PDF (121 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aO presente estudo aborda o fenómeno das saídas precárias (SP) enquanto licenças de saída do estabelecimento prisional (EP) que, à semelhança das visitas, correspondência, contactos telefónicos e outros meios de comunicação, constituem uma das formas que os reclusos têm de contactar com o exterior (Lei n.º 115/2009, de 12 de Outubro). Dada a escassez de estudo nesta área, considerou-se importante dar um contributo para a compreensão deste fenómeno, tendo-se estabelecido como principais objectivos tentar compreender a representação das SP para os reclusos; perceber qual o uso que reclusos fazem destas licenças; e quais as razões que estes identificam como principais motivadoras para o regresso e não regresso ao EP após o seu benefício. Para o alcance destes objectivos, inicialmente procedeu-se a um estudo preliminar tendo sido concretizadas e analisadas entrevistas semi-estruturadas a um grupo de 16 sujeitos, 8 reclusos e 8 técnicos. As informações recolhidas nesta fase viabilizaram o decurso do segundo momento, a construção e aplicação de um questionário a uma amostra de 156 reclusos. Após a recolha, os dados foram submetidos a uma análise estatística. Os resultados do estudo permitiram compreender que as SP assumem-se para os reclusos sobretudo como um acontecimento com um carácter sócio-familiar e jurídico-legal e são utilizadas principalmente para conviver com os familiares, permanecer perto de casa, realizar actividades por norma impraticáveis e demonstrar aos outros a mudança operada por meio do tratamento prisional. O desejo em ultrapassar a reclusão e retomar a vida livre, a noção de cumprir o dever e o intuito em continuar a beneficiar de SP e alcançar outras medidas no EP são os principais impulsionadores do seu regresso atempado após a SP. No que toca às situações de ausência ilegítima, os reclusos admitem estarem subjacentes motivos familiares e situações ditas imprevistas. A análise comparativa entre o grupo de reclusos que sempre regressou de SP (GR) e o grupo de reclusos que já regista pelo menos uma ausência ilegítima (GNR), por um lado permitiu apreender a associação entre algumas variáveis sócio-demográficas, jurídico-legais e alusivas às SP. Por outro lado, foram encontradas diferenças estatisticamente significativas no que diz respeito à representação das SP. | ||
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_aREGIME PENITENCIÁRIO _9319993 |
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| 606 |
_aSANÇÃO PENAL _9227850 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aFERREIRA _bAna Cristina Oliveira _9357392 |
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| 955 | _xOferta | ||