| 000 | 04199nam a2200301 4500 | ||
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| 001 | 392065 | ||
| 090 | _a392065 | ||
| 100 | _a20130812d2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aExploração sexual de crianças e adolescentes e as redes de proteção _bRecurso eletrónico _eum estudo socioambiental na cidade do Rio Grande _fLuciana Barbosa da Silva Vega |
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| 210 |
_aRio Grande _c[s.n.] _d2011 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande para obtenção do título de Mestre em Educação Ambiental. Resumo inserto na publicação .Ficheiro de 1,62 MB em formato PDF (143 p.). | ||
| 330 | _aA exploração sexual de crianças e adolescentes (ESCA) é uma realidade em diversas regiões e territórios brasileiros. Devido à vulnerabilidade socioambiental do município de Rio Grande, que tem na atividade portuária a sua principal atividade econômica, uma reflexão sobre o envolvimento de crianças e adolescentes com o mercado do sexo deve ser priorizada. Diante dessa realidade, o presente estudo buscou compreender a ESCA no município do Rio Grande, e segue a linha de pesquisa da Educação Ambiental Não Formal, utilizando como método a Inserção Ecológica. Para isso, dois estudos foram propostos. O Estudo I teve como objetivo mapear a realidade da exploração sexual de crianças e adolescentes na cidade do Rio Grande e identificar a rede de proteção construída no município para o enfrentamento dessa violação. Uma versão adaptada do protocolo do mapeamento foi aplicada a três conselheiras tutelares, cada uma representando uma microrregião I, II, e III e a uma representante do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). O Estudo II teve como objetivo investigar a percepção da vítima de exploração sexual sobre a violação propriamente dita e o seu conhecimento, acesso e avaliação da rede de proteção existente. Nessa etapa participaram cinco meninas com faixa etária de 11 a 17 anos que cumpriram os seguintes critérios: sexo feminino ou masculino, idade até 18 anos e envolvimento em alguma forma de exploração sexual (prostituição, turismo sexual, pornografia, tráfico para fins sexuais). Entrevistas semi-estruturadas foram realizadas com as participantes. Os dados foram submetidos a análises quantitativas e qualitativas. Dentre os principais resultados obtidos no Estudo I, é possível destacar que existem registros da ESCA no município do Rio Grande, apesar do silêncio mantido quanto a essa violência. Também existe uma rede destinada ao atendimento dessa demanda, porém os serviços contatados a percebem de forma confusa quanto ao papel que cada instituição desempenha na proteção integral da criança e do adolescente. Já os dados obtidos no Estudo II evidenciaram que as vítimas não percebem a condição de violação, favorecendo a manutenção e perpetuação da exploração. A rede é desconhecida para as vítimas, as meninas não reconheceram a atuação e articulação desses serviços, mesmo já tendo sido acolhidas por eles. Os estudos I e II demonstraram que a exploração sexual de crianças e adolescentes na cidade do Rio Grande é uma realidade que se mantém silenciosa e velada que desafia os serviços que compõem a rede de proteção e exige uma reflexão sob a sua forma se ação e articulação no enfrentamento da exploração sexual, para que sejam reconhecidos principalmente pelas vítimas da ESCA. Esse reconhecimento é fundamental para que estratégias sejam articuladas e intervenções realizadas em sua efetividade. | ||
| 606 |
_aEXPLORAÇÃO DE MENORES _9326676 |
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| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9242574 |
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| 606 |
_aTRÁFICO DE CRIANÇAS _9250370 |
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| 606 |
_aJOVEM _9100424 |
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| 606 |
_aPROTECÇÃO DE CRIANÇAS _9343214 |
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| 606 |
_aAJUDA ÀS VÍTIMAS _94774 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 606 |
_aBRASIL _9331399 |
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| 700 |
_aVEGA _bLuciana Barbosa da Silva _9357289 |
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| 955 | _xOferta | ||