| 000 | 03297nam a2200253 4500 | ||
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| 001 | 391993 | ||
| 090 | _a391993 | ||
| 100 | _a20130723d2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aContributos para uma melhor governação da cibersegurança em Portugal _bRecurso eletrónico _fJosé Lino Alves dos Santos |
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| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2011 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação de Mestrado em Direito e Segurança, apresentada à Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, tendo como orientador Jorge Bacelar Gouveia. Resumo inserto na publicação. ficheiro de 1,16 MB em formato PDF (141 p.). Disponível também em: https://run.unl.pt/bitstream/10362/7341/1/Santos_2011.PDF. Acedido a 23 de julho de 2013. | ||
| 330 | _aAs Tecnologias da Informação e da Comunicação em geral e a Internet em particular são instrumentos essenciais no quotidiano dos cidadãos, das empresas e dos Estados e a sua protecção coloca novos e grandes desafios. O aumento dos ciberataques relacionados com o crime económico e os ciberataques, em 2007 e 2008, à Estónia e à Geórgia, ilustram uma ameaça há muito anunciada. O estudo desta ameaça revela-nos uma diversidade de actores e de motivações. Tendo como base a capacidade destes actores na manipulação das ferramentas informáticas e a motivação p or detrás dos seus actos, sugerimos que seja possível classificar as ameaças sobre o ciberespaço em cinco categorias distintas. Para responder a estas ameaças, diversos organismos nacionais e internacionais vêm desenvolvendo iniciativas e programas que contribuem para um esforço global. Partindo dos objectivos e da perspectiva a partir da qual cada uma destas organizações enquadra o tema, propomos sistematizar as iniciativas em seis grupos distintos, aqui designados de eixos de intervenção, todos eles importantes para a protecção do ciberespaço. No plano nacional podemos afirmar que Portugal possui o grosso das capacidades necessárias à protecção do seu ciberespaço. No entanto, não se identifica um fio condutor ou uma estratégia que dê consistência e coerência a um conjunto de iniciativas meritórias, todavia desarticuladas. Partindo da análise da legislação vigente e da identificação dos organismos com responsabilidade nesta área, bem como da comparação da situação nacional com exemplos internacionais, este trabalho pretende dar um contributo para o que se considera ser uma necessidade a criação de uma estrutura de governação para a cibersegurança em Portugal. Nesse sentido é formulado um conjunto de propostas, das quais se destacam a designação de um Chief Information Officer dentro do governo e a criação de uma Unidade de Missão para a Cibersegurança responsável pela elaboração e condução de uma estratégia nacional para a cibersegurança que compreenda os seis eixos de intervenção identificados. | ||
| 606 |
_aSEGURANÇA INFORMÁTICA _9273163 |
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| 606 |
_aTECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO _9266188 |
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| 606 |
_aINTERNET _9227834 |
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| 606 |
_aPROTECÇÃO E SEGURANÇA DE DADOS _9330069 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aSANTOS _bJosé Lino Alves dos _9357249 |
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| 955 | _xOferta | ||