| 000 | 01938nam a2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 391881 | ||
| 090 | _a391881 | ||
| 100 | _a20130614d2001 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aNós que escolhemos as armas _bRecurso eletrónico _emovimento social, violência política e terrorismo _fEduardo Alexandre Garcia Parreira |
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| 210 |
_a[Lisboa] _c[s.n.] _d[2001?] |
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| 215 |
_a112 p. _d30 cm |
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| 300 | _aDissertação de Licenciatura em Sociologia, no ISCTE, orientada pelo Doutor António Pedro Dores, no ano lectivo de 2000/2001. Ficheiro em formato PDF, com 647 Kb. | ||
| 330 | _aI – Introdução. II - A difícil tarefa de definição de um conceito. III - As organizações armadas em Portugal - da luta contra o regime salazarista às Forças Populares 25 de Abril. IV - Síntese teórica de enquadramento. 4.1. Movimentos sociais e terrorismo segundo Michel Wieviorka. 4.2. A teoria do estado nascente de Francesco Alberoni. 4.3. O modelo de privação relativa de Robert Gurr. V - Opções metodológicas. VI - O tempo primeiro: a génese de uma dissidência. VII - O tempo segundo - o 25 de Abril: uma reviravolta de quotidianos ou a manifestação de um estado nascente. VIII - O tempo terceiro: do fim de um movimento à erupção da violência. 8.1. A violência como opção e estratégia. 8.2. Dos referenciais ideológicos às práticas: dinâmicas de um grupo no caminho da radicalização. 8.3. Do movimento inicial à realidade final: o fim de uma organização. Reflexões finais. Anexos. Bibliografia. | ||
| 606 |
_aTERRORISMO _9410420 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO TERRORISTA _999993 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO CRIMINOSA _9251412 |
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| 606 |
_aFP-25 DE ABRIL _9148311 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aPARREIRA _bEduardo Alexandre Garcia _9357195 |
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| 955 | _xOferta | ||