000 01823nam a2200289 4500
001 391731
090 _a391731
100 _a20130507d2012 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDNA, importância na investigação criminal e sua regulamentação jurídica
_ea lei n.º 5/2008, de 12 de fevereiro e a sua ineficácia na investigação criminal
_fDavid Baptista Freitas
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2012
215 _a154 p.
_d30 cm
300 _aDissertação para obtenção do grau de Mestre em Direito na área de Ciências Jurídico-Criminais apresentada no Departamento de Direito da Universidade Autónoma de Lisboa, tendo como orientadores José Fontes e Stela Barbas. Resumo do autor.
330 _aEste trabalho pretende demonstrar a eventual ineficácia da Lei n.º 5/2008, de 12 de fevereiro, que aprova a criação de uma base de dados de perfis de DNA para fins de identificação civil e criminal. É um diploma que se tem revelado pouco claro e difuso, manifestando-se desfasado das expectativas da investigação criminal. O legislador ao ter elaborado um diploma com grande atraso em relação a outros países, poderia ter sido mais audacioso e ter ido mais além, de forma a permitir que no ato da identificação judiciária se recolhesse para além da fotografia e das impressões digitais o respectivo perfil genético do arguido.
606 _aADN
_9243660
606 _aGENÉTICA
_9238061
606 _aBASE DE DADOS
_9227272
606 _aIDENTIFICAÇÃO CIVIL
_9324651
606 _aIDENTIFICAÇÃO JUDICIÁRIA
_9320322
606 _aLEGISLAÇÃO
_9227776
606 _aTESE
_9334284
700 _aFREITAS
_bDavid Baptista
_9357091
955 _xOferta