000 03050nam a2200265 4500
001 391715
090 _a391715
100 _a20130507d2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPsicopatia na adolescência
_bRecurso eletrónico
_fAlice Margarida Martins dos Santos Simões
210 _aCovilhã
_c[s.n.]
_d2011
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aTese para obtenção do grau de Doutor em Psicologia, apresentada à Universidade da Beira Interior, tendo como orientadores Rui Abrunhosa Gonçalves (UM), José Pinto Lopes (UTMAD) e Maria de Fátima de Jesus Simões (UBI). Resumo do autor. Ficheiro de 2,49 MB em formato PDF (232 p.).
330 _aCom a presente tese pretendemos afirmar a possibilidade de identificação de traços de psicopatia na adolescência, em contracorrente com a posição teórica que afirma tratar-se de uma perturbação de personalidade do adulto. Em segundo lugar, constituindo a tese principal, sustentada pela hermenêutica da teoria da vinculação, pretendemos defender que os padrões de vinculação estabelecidos com pais e amigos podem constituir-se como fatores de vulnerabilidade risco (contributo positivo) e de vulnerabilidade protetora (contributo negativo) para o desenvolvimento de traços de psicopatia na adolescência. Os padrões de vinculação, aos pais e aos amigos, avaliados foram os seguintes: confiança, comunicação e atenção/alienação, conforme Armsden e Greenberg (2007), utilizando-se o inventário de vinculação aos pais e amigos - IPPA3. E os traços de psicopatia foram avaliados pela versão adaptada do inventário de psicopatia para a adolescência –o YPI, de Andershed, Kerr, Satin, e Levander (2002); como medida paralela utilizámos uma versão adaptada do inventário de autorrelato de Paulhus, Hemphill, e Hare (in press), o SRP III 12. O estudo foi realizado numa amostra de 500 adolescentes, dos 12 aos 18 anos de idade (M= 14,87), que frequentavam duas escolas do ensino regular e duas escolas do ensino profissional.As principais hipóteses estabeleceram que a má qualidade dos padrões de vinculação seria preditora do desenvolvimento de traços de psicopatia, admitindo-se existir diferentes contributos consoante se considerasse a vinculação à mãe ao pai ou aos amigos. Os principais resultados vieram confirmar, parcialmente, as hipóteses colocadas em tese: os padrões de vinculação identificados como fatores de vulnerabilidade protetora foram os padrões comunicação mãe, confiança pai, comunicação e atenção amigos. O padrão de vinculação identificado como fator de vulnerabilidade risco foi o padrão de comunicação pai.
606 _aJOVEM
_9100424
606 _aPERFIL PSICOLÓGICO
_9320881
606 _aANÁLISE SOCIAL
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606 _aESTUDO DE CASOS
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606 _aTESE
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606 _aPERSONALIDADE
_94934
700 _aSIMÕES
_bAlice Margarida Martins dos Santos
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955 _xOferta