| 000 | 03130nam a2200253 4500 | ||
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| 001 | 391713 | ||
| 090 | _a391713 | ||
| 100 | _a20130506d2007 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aFamília, psicopatologia e resiliência na adolescência _bRecurso eletrónico _edo risco psicossocial ao percurso delinquente _fIda Manuela de Freitas Andrade Timóteo Lemos |
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| 210 |
_aFaro _c[s.n.] _d2007 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aTese para obtenção do grau de Doutor no ramo de Psicologia, especialidade de Psicologia Clínica da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (Universidade do Algarve), tendo como orientadores Joaquim Eduardo Nunes Sá e Alexandra Isabel Dias Reis. Resumo do autor. Ficheiro de 4,80 MB em formato PDF (653 p.). Disponível também em: https://sapientia.ualg.pt/bitstream/10400.1/258/1/tese%20IDA%20LEMOS-vers%c3%a3o%20final%20PDF.pdf. Acedido a 06 de maio de 2013. | ||
| 330 | _aNeste trabalho procuramos analisar a relação entre factores de risco psicossocial (individuais, sócio-demográficos e familiares), indicadores de psicopatologia e recursos de resiliência. Foram inquiridos 628 adolescentes da população escolar do distrito de Faro e um grupo de 63 adolescentes em contacto com o Sistema de Justiça, abrangidos pela Lei Tutelar Educativa. Para avaliação das variáveis em estudo utilizámos a “Adolescent Psychopathology Sale – Short Form” (Reynods, 2000), o “Brief Symptom Inventory – BSI (Derogatis, 1982; Canavarro, 1999), o IPA (Streit, 1978; Fleming 1997), o IKRA (Constantine, Benard & Diaz, 1999; Martins, 2005) e ainda um questionário sócio-demógrafico construído para o efeito. Foi também aplicado aos técnicos do Instituto de Reinserção Social responsáveis pelo acompanhamento dos adolescentes, um questionário, tendo em vista obter informações sobre características do comportamento delinquente, acontecimentos negativos na infância, variáveis académicas e contexto familiar do grupo delinquente. Os resultados obtidos permitiram encontrar relações entre os factores e sugerem que, em particular, a estrutura familiar, a presença de acontecimentos negativos na infância, o número de retenções académicas e a percepção do afecto e do controlo/supervisão parentais, parecem estar significativamente associados, quer à manifestação de perturbações psicopatológicas (exteriorizadas ou interiorizadas), quer aos recursos de resiliência nos adolescentes da população geral. De igual modo, as práticas parentais, a ausência de uma figura paterna no agregado familiar e os conflitos familiares parecem remeter para a expressão de psicopatologia nos adolescentes delinquentes e estar associados a uma percepção mais baixa de recursos resilientes. | ||
| 606 |
_aCOMPORTAMENTO DESVIANTE _9321365 |
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| 606 |
_aFAMÍLIA _9234573 |
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| 606 |
_aANÁLISE SOCIAL _93558 |
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| 606 |
_aANÁLISE PSICOLÓGICA _9323418 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aLEMOS _bIda Manuela de Freitas Andrade Timóteo _9357077 |
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| 955 | _xOferta | ||