000 04120nam a2200265 4500
001 391709
090 _a391709
100 _a20130506d2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDelinquência juvenil
_bRecurso eletrónico
_eestudo de algumas variáveis psicológicas e relacionais com ênfase nos traços psicopáticos
_fPedro Fernandes dos Santos Pechorro
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2011
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Doutoramento em Ciências e Tecnologias da Saúde - Especialidade em Medicina Legal e Ciências Forenses, apresentada à Faculdade de Medicina de Lisboa da Universidade de Lisboa, tendo como orientador Rui Xavier Vieira e co-orientador Carlos Poiares. Resumo do autor. Ficheiro de 3,28 MB em formato PDF (364 p.). Disponível também em: https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/5994/1/ulsd062466_td_Pedro_Pechorro.pdf. Acedido a 06 de maio de 2013.
330 _aNa presente investigação pretendeu-se analisar a influência de algumas variáveis psicológicas e relacionais na delinquência juvenil, com especial ênfase nos traços psicopáticos, mas focando também outras variáveis como problemas de comportamento, delinquência auto-relatada, auto-estima e desejabilidade social. Foi também analisada a influência de variáveis sócio-demográficas e de tipo criminal. Para avaliação dos constructos em estudo efectuou-se a validação de diversos instrumentos psicométricos, nomeadamente do Dispositivo de Despiste de Processo Anti-social versão de auto resposta (APSD-SR; Muñoz & Frick, 2007), do Questionário de Capacidades e de Dificuldades versão de auto-resposta (SDQ-SR; Goodman et al., 1998), da Escala de Delinquência Auto-relatada Adaptada (ASDS; Carroll et al., 1996), da Escala de Auto-estima de Rosenberg (RSES; Rosenberg, 1989) e da Escala de Desejabilidade Social de Marlowe- Crowne (Ballard, 1992) versão curta, além de se ter construído um questionário sóciodemográfico e um questionário de tipo criminal. Recorreu-se a uma amostra total de 760 participantes, subdividida numa amostra forense de 250 participantes dos sexos masculino (n = 221) e feminino (n = 29) provenientes dos Centros Educativos do Ministério da Justiça e numa amostra escolar de 510 participantes do sexo masculino (n = 322) e do sexo feminino (n = 188) provenientes de escolas da região da Grande Lisboa. Os resultados das validações dos instrumentos psicométricos de uma forma geral foram considerados de satisfatórios a bons, com excepção do SDQ-SR devido a problemas detectados na estrutura factorial e na consistência interna. Os resultados relativos aos testes das hipóteses indicaram que os jovens da amostra forense possuem características psicológicas e relacionais (e.g., traços psicopáticos, problemas de comportamento, comportamentos delinquentes, auto-estima) que permitem diferenciá-los da amostra escolar; os jovens do sexo masculino da amostra forense apresentam valores gerais mais altos de traços psicopáticos e de traços calosos/não-emocionais que as jovens do sexo feminino. Os jovens com traços psicopáticos altos apresentam valores nas variáveis analisadas (e.g., problemas de comportamento, comportamentos delinquentes, precocidade de envolvimento em actividades criminais, precocidade de envolvimento com o sistema judicial) que permitem diferenciá-los dos jovens com traços psicopáticos baixos. Existe capacidade de previsão de pertença a amostras e a grupos diferentes com base nas variáveis analisadas (e.g., traços psicopáticos, problemas de comportamento), e o narcisismo tem uma associação mais forte com a delinquência auto-relatada que a auto-estima.
606 _aCOMPORTAMENTO DESVIANTE
_9321365
606 _aCOMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL
_9321197
606 _aPERFIL PSICOLÓGICO
_9320881
606 _aANÁLISE PSICOLÓGICA
_9323418
606 _aTESE
_9334284
700 _aPECHORRO
_bPedro Fernandes dos Santos
_9357073
955 _xOferta