| 000 | 02173nam a2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 391582 | ||
| 010 | _a9789898139979 | ||
| 090 | _a391582 | ||
| 100 | _a20130410d2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aLinking entry mode choices of MNCs with countries' corruption _bRecurso eletrónico _ea review _fMarlene Grande, Aurora A. C. Teixeira |
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| 205 | _a1ª ed. | ||
| 210 |
_a[Vilarinho das Cambas] _cEdições Húmus ; OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Fraude _d2011 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 225 |
_aWorking Papers _v8 |
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| 300 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aApesar de existir uma vasta literatura sobre a corrupção e a escolha de modos de entrada de empresas multinacionais, enquanto fenómenos independentes, subsiste uma grande falha na ligação de ambos, nomeadamente no impacto da corrupção sobre a escolha de modos de entrada de uma empresa multinacional. Para superar esta lacuna, este estudo fará uma revisão e sistematização da literatura empírica que incide sobre a corrupção e a escolha dos modos de entrada. Desta análise resulta que, em geral, na presença de mercados com elevados níveis de corrupção, as multinacionais preferem envolver-se moderadamente no mercado (i. e., joint-ventures com parceiros locais) ou evitar a presença directa no país (ou seja, exportações e contratação). No entanto, estudo também revela que, nalguns casos específicos, tais como a proximidade cultural, mesmo havendo corrupção generalizada, as multinacionais podem entrar através de subsidiárias detidas a 100%. Tais conclusões desvendaram pistas interessantes para investigação futura, explorando um contexto bastante negligenciado: a escolha de modos de entrada de multinacionais provenientes de países desenvolvidos em países africanos com os quais estes países desenvolvidos possuem laços históricos e culturais. | ||
| 606 |
_aCORRUPÇÃO _9229145 |
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| 606 |
_aEMPRESA _9226657 |
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| 700 |
_aGRANDE _bMarlene _9357024 |
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| 701 |
_aTEIXEIRA _bAurora A. C. _9357025 |
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| 955 | _xOferta | ||