| 000 | 01996nam a2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 391581 | ||
| 010 | _a9789898549693 | ||
| 090 | _a391581 | ||
| 100 | _a20130410d2013 y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aIs white-collar crime a form of entrepreneurship? _bRecurso eletrónico _fJosé Neves Cruz |
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| 205 | _a1ª ed. | ||
| 210 |
_a[Vilarinho das Cambas] _cEdições Húmus ; OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Fraude _d2013 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 225 |
_aWorking Papers _v22 |
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| 300 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aDe acordo com Baumol (1990), o empreendedorismo nem sempre aumenta o valor social, mas, dependendo de fatores contextuais ("regras do jogo"), o talento empresarial pode ser direcionado para atividades improdutivas e destrutivas, designadamente o crime de colarinho branco e o crime organizado. Existe alguma contraprova empírica corroborando esta hipótese. Com base nela, propomos um modelo integrado para o estudo empírico dos fatores individuais do crime do colarinho branco, baseado na combinação de duas abordagens concorrentes que têm sido amplamente utilizadas para identificar os fatores individuais do empreendedorismo: o modelo de traços de personalidade; a teoria do comportamento planeado (TCP). Advogamos que a aplicação dos dois modelos, usando a mesma amostra de indivíduos, produzirá resultados similares para ambos os tipos de intenções e uma forte associação entre intenções empreendedoras e intenções de cometimento do crime de colarinho branco, ou seja, esperamos encontrar fortes similaridades, ao nível da personalidade e ao nível das intenções, entre os empreendedores e os ofensores de colarinho branco. | ||
| 606 |
_aCRIME DE COLARINHO BRANCO _9320818 |
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| 606 |
_aCRIME ORGANIZADO _9225700 |
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| 606 |
_aMETODOLOGIAS _9341295 |
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| 606 |
_aPERSONALIDADE _94934 |
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| 700 |
_aCRUZ _bJosé Neves _9305669 |
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| 955 | _xOferta | ||