| 000 | 03661nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 391209 | ||
| 010 | _a9789728852221 | ||
| 090 | _a391209 | ||
| 100 | _a20121015d2012 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aVítimas & mediação _bRecurso eletrónico |
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| 210 |
_aLisboa _cAPAV _d2012 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDocumento resultante do Projecto "Vítimas e Mediação", promovido pela APAV e co-financiado pela Comissão Europeia (Programa AGIS 2006). Ficheiro de 4,45 MB em formato PDF (272 p.). Disponível também em: https://www.apav.pt/pdf/VM_pt.pdf. Acedido a 15 de outubro de 2012. | ||
| 330 | _aPRIMEIRA PARTE - JUSTIÇA RESTAURATIVA E VÍTIMAS DE CRIME. Justiça Restaurativa e Vítimas de Crime (Joana Marques Vidal). Entradas e saídas: os percursos das vítimas na justiça (Kathleen Daly). Em nome da vítima: manipulação e significado no âmbito do paradigma restaurativo (Simon Green). Encontro entre vítima e infractor: oportunidades e riscos para a vítima (Gerd Delattre). A escuta das vítimas como inspiração para uma releitura da justiça juvenil (Leoberto Narciso Brancher). O estatuto das vítimas de crimes à luz da Constituição da República Portuguesa e da Convenção Europeia dos Direitos do Homem (Paulo de Albuquerque). A vítima como ponto de partida para a mediação? (Jaap Smit). Um passeio pelo lado selvagem (Karin Sten Madsen). Confidencialidade na mediação vítima-infractor (Renske van Schijndel). Integração das vítimas na justiça restaurativa (Janice Evans e Chris Wade). Mediação vítima-agressor identificando boas práticas (Murray Davies). SEGUNDA PARTE - DESCRIÇÃO DE ALGUNS SERVIÇOS DE JUSTIÇA RESTAURATIVA. Mediação enquanto parte do sistema de justiça criminal ou como restauradora da relação afectada? (Jaap Smit). SiB-way: contacto entre vítimas e infractores na Holanda (Sandra van Zaal). Halt: uma abordagem restaurativa alternativa e bem sucedida para a criminalidade juvenil na Holanda (Diana Vonk). Para além do infractor: um grupo de aconselhamento para vítimas de crimes (Leen Muylkens e Katrien Smeets). A primeira experiência de mediação vítima-infractor em Portugal (Maria Luísa Neto). Mediação penal – pode ser a solução a lei portuguesa e sua implementação (Carla Marques). TERCEIRA PARTE - FORMAÇÃO DE MEDIADORES SOBRE TEMÁTICAS RELATIVAS À VITIMAÇÃO. Formação de profissionais que lidam com vítimas de crimes (Daniel Cotrim). O papel das vítimas na formação de mediadores (Gerd Delattre). Preparar o mediador para o seu trabalho (Annette Pleysier). Formação para mediadores e a sua importância para uma implementação bem sucedida da mediação vítima-infractor em Portugal (Carla Marques). QUARTA PARTE - COOPERAÇÃO ENTRE SERVIÇOS DE APOIO À VÍTIMA E SERVIÇOS DE MEDIAÇÃO. Colaboração entre os serviços de mediação e os Serviços de Apoio à Vítima da Flandres: passado, presente e futuro! (Bart Claes). Cooperação entre os serviços de mediação e de apoio à vítima: a experiência na Escócia (Alan McCloskey). QUINTA PARTE - O ENVOLVIMENTO DE VÍTIMAS DE CRIME NA JUSTIÇA RESTAURATIVA - RELATÓRIO DE UMA INVESTIGAÇÃO. O envolvimento de vítimas de crimes na justiça restaurativa (Rosa Saavedra e Frederico Moyano Marques). ANEXO - Questionário (em inglês). notas biográficas. | ||
| 606 |
_aAPOIO À VÍTIMA _9320161 |
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| 606 |
_aMEDIAÇÃO _9243071 |
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| 606 |
_aJUSTIÇA RESTAURATIVA _9275107 |
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| 710 |
_aASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE APOIO À VÍTIMA _9352616 |
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| 955 | _xOferta | ||