000 03117nam a2200265 4500
001 391187
090 _a391187
100 _a20121009d2012 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAs reformas da justiça
_bRecurso eletrónico
_eo mapa judiciário e a comarca do Baixo Vouga
_fCarla Maria Afonso Martins
210 _aAveiro
_c[s.n.]
_d2012
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação apresentada ao Departamento de Ciências Sociais, Políticas e doTerritório da Universidade de Aveiro para obtenção do grau de Mestre em Administração e Gestão Pública, sob a orientação científica de Maria Luís Rocha Pinto. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 3,93 MB em formato PDF (141 p.). Disponível também através de: https://ria.ua.pt/handle/10773/7514. Acedido a 09 de outubro de 2012.
330 _aNa área da justiça têm ocorrido uma multiplicidade de reformas, tendo, em finais do século XX, começado a assumir particular importância as reformas de organização e gestão da administração da justiça. Deste modo, seguindo as linhas orientadoras das agendas de reformas de outros países europeus e com vista à redistribuição dos tribunais pelo território nacional, começou a ser pensada a reforma do mapa judiciário português. Após a elaboração de alguns estudos prévios, da proposta de lei e do regime legal da reforma do mapa judiciário é aprovada a nova LOFTJ (Lei n.º 52/2008), arrancando a 14 de Abril de 2009 a reforma do novo mapa judiciário em três comarcas piloto: Baixo Vouga, Grande Lisboa Noroeste e Alentejo Litoral. Nesta dissertação começou por se abordar de forma teórica as alterações no sistema jurídico que levaram à necessidade de implementação dessas reformas, as reformas levadas a cabo na justiça portuguesa, bem como a organização judiciária e o novo mapa judiciário. São apresentados os resultados obtidos através do inquérito por questionário, que têm como principal objectivo aferir das (des)vantagens da reforma do mapa judiciário na Comarca do Baixo Vouga. Dos resultados obtidos, concluiu-se não terem sido alcançados alguns dos principais objectivos pretendidos com esta reforma. Para tanto muito terá contribuído as divergências entre o que era proposto pelos mencionados estudos prévios e o que foi implementado nesta comarca. Com efeito estas divergências, designadamente, ao nível da (falta de) formação, do não envolvimento dos recursos humanos no processo de mudança, das acessibilidades e da não criação dos balcões de atendimento, contribuíram para a percepção negativa que os inquiridos manifestaram relativamente a alguns aspectos desta reforma.
606 _aADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA
_9224779
606 _aORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA
_9410458
606 _aMAGISTRADO JUDICIAL
_9243074
606 _aOFICIAL DE JUSTIÇA
_9354262
606 _aTESE
_9334284
606 _aREGIÃO DO CENTRO (PORTUGAL)
_9119758
700 _aMARTINS
_bCarla Maria Afonso
_9356879
955 _xOferta