000 03152nam a2200265 4500
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100 _a20120827d2012 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aCrime, disse ela!
_bRecurso eletrónico
_econtributos para o estudo da noticiabilidade do crime... ou como nasce uma jornalista de justiça
_fLiliana Filipa dos Santos Leandro
210 _aPorto
_c[s.n.]
_d2012
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aTrabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestrado em Ciências da Comunicação. Ficheiro de 6,34 MB em formato PDF (157 p.). Resumo inserto na publicação. Disponível também em: https://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/2923/1/DM_10179.pdf. Acedido a 27 de agosto de 2012.
330 _a"Morte", "Crime", "Assalto", "Roubo", são os títulos que diariamente chegam às primeiras páginas dos jornais. É uma preferência que percorre a história do jornalismo desde os primórdios até aos dias de hoje. Os chamados critérios de noticiabilidade justificam essa escolha do negativo como aquele que capta mais público como se o crime fosse um chamariz. Este trabalho nasceu dessa percepção, articulada com a própria experiência da autora que um dia se tornou jornalista de justiça e se deparou com várias dificuldades inerentes a essa área. As questões com que se deparou nesse percurso tornaram-se nos objectivos a responder com uma pesquisa bibliográfica, o relato da experiência e entrevistas a outros jornalistas mais experientes na matéria. E porque optam os jornalistas pelo crime? Porque, como explicam, o crime é notícia em todo o mundo, porque causa sensação, porque o lado errado da vida tem impacto no público. Ao perceber essa importância o jornalista procura evoluir nos seus conhecimentos do direito e do crime, admitindo porém ser um meio difícil de entrar e onde as fontes de informação nem sempre estão disponíveis. Encarando o crime como uma matéria-prima das notícias, os meios de comunicação caem por vezes em exageros e em sensacionalismos criticáveis à luz do que deve ser o papel do jornalista: relatar os factos que considere importantes. Porém, o jornalista também pensa a própria justiça, por vezes lenta e assente em anacronismos. Avalia igualmente o trabalho dos juízes que não raras vezes são vítimas de um sistema que cria leis avulsas, vê os procuradores do Ministério Público a hesitar no arquivamento de casos sem fundamento e considera os advogados como um mal necessário. Independentemente de todas as críticas, todos estes actores podem ser fontes de informação que devem ser respeitadas. O importante é nunca deixar de perguntar.
606 _aIMPRENSA
_9236122
606 _aMEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS E O PÚBLICO
_9344443
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700 _aLEANDRO
_bLiliana Filipa dos Santos
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