000 02161nam a2200265 4500
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090 _a391066
100 _a20120717d2009 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aEsboço de quantificação da fraude em Portugal
_bRecurso eletrónico
_fCarlos Pimenta
205 _a1.ª ed.
210 _a[Vilarinho das Cambas]
_cEdições Húmus ; OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Fraude
_d2009
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
225 _aWorking Papers
_v3
300 _aResumo inserto na publicação. Disponível também em: https://www.gestaodefraude.eu/images/gf_upload/wp003.pdf. Acedido a 17 de julho de 2012. Ficheiro de 243 Kb em formato pdf (48 p.).
330 _aExiste um conjunto de factores (institucionais, culturais, cognitivos e outros) que impedem uma quantificação rigorosa da fraude em Portugal. Contudo é socialmente imperioso e tecnicamente possível obter valores que tenham uma baixa probabilidade de erro. É o que se tenta fazer nesta breve comunicação. Para tal é necessário ultrapassar as concepções espontâneas de fraude e encontrar uma definição que possa assumir-se como referência. O logro, a obtenção de vantagens ou a imposição de danos surgem como elementos constitutivos indispensáveis, associados à ilegalidade ou à ilegitimidade. Partindo deste conceito lato, e sabendo que as quantificações adoptam apenas alguns tipos de fraude, procedeu-se ao inventário de algumas quantificações. Inventariando quantificações rigorosas da fraude em outros países, encontrando variáveis explicativas das diferenças entre países de certos tipos de fraude e da economia não-registada e adoptando certas hipóteses de partida é possível extrapolar para o nosso país, estimando-se que o total da fraude representa entre 1,5 e 2,0% do PIB nacional e a fraude ocupacional 10% do volume de vendas.
606 _aFRAUDE
_9227574
606 _aANÁLISE SOCIAL
_93558
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
700 _aPIMENTA
_bCarlos
_9329705
955 _xOferta