| 000 | 01523nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 391065 | ||
| 010 | _a9722902040 | ||
| 090 | _a391065 | ||
| 100 | _a20120717d1989 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aBastardos _fFrancisco Moita Flores |
||
| 210 |
_aLisboa _cDIFEL _d1989 |
||
| 215 |
_a151 p. _d21 cm |
||
| 225 | _aColecção Escrever Português | ||
| 300 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _a“Em 1986, da Penitenciária de Pinheiro da Cruz, no Alentejo, evadem-se seis presos que matam e ferem vários guardas prisionais. É a tristemente célebre «fuga dos Cavacos». Francisco Moita Flores integra a equipa da PJ que dá caça aos evadidos e que viria a culminar com a captura algum tempo depois, tendo sido nesta fuga que encontrou o pretexto para conceber o livro Bastardos, que agora nos apresenta. Profundamente influenciado pela sua experiência profissional e após navegar num mar de violência, consegue, através de uma imaginação viva, expressar tão grande sensibilidade e assumir a postura solidária que atravessa esta obra. Bastardos é uma novela hesitante entre o humor, por vezes hilariante, e o trágico, Francisco Moita Flores teve o mérito do equilíbrio e a habilidade de conduzir o leitor por esta viagem-ficção/reportagem ao mundo escuro e sinistro das prisões”. | ||
| 606 |
_aFICÇÃO POLICIAL _9324628 |
||
| 700 |
_aFLORES _bFrancisco Moita _9320296 |
||
| 955 | _xOferta | ||