000 04527nam a2200337 4500
001 391025
090 _a391025
100 _a20120626d2006 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPreservação da cadeia de custódia em vestígios biológicos para fins forenses
_bRecurso eletrónico
_ecaracterização da situação actual e proposta de critérios de recolha e envio de vestígios biológicos
_fFrederico Guilherme Soares Galvão da Silva
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2006
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação apresentada à Faculdade de Medicina de Lisboa - Universidade de Lisboa relativamente ao Mestrado em Medicina Legal e Ciências Forenses, tendo como orientadora Helena Geada. Ficheiro de 1,90 MB em formato PDF (178 p.). Disponível também através de: https://repositorio.ul.pt/handle/10451/1018. Acedido a 26 de junho de 2012.
330 _aAgradecimentos. Resumo. Abstract. Objectivos do Estudo. I. Introdução. 1.1 Estrutura da Investigação Criminal na GNR. 1.2 Importância da prova no sistema judiciário. 1.3 Competências da GNR como Órgão de Polícia Criminal. 1.4 Inspecção Judiciária no Local do Crime. 1.5 Procedimentos nas diversas fases de actuação. 1.5.1 Tarefas imediatas.1.5.2 Pesquisa dos vestígios.1.5.3 Recolha, preservação e envio.1.5.4 Exames periciais e interpretação.1.6 Vestígios biológicos.1.6.1 Sangue.1.6.2 Sémen.1.6.3 Saliva.1.6.4 Cabelos e pelos.1.6.5 Ossadas.1.6.6 Dentes.1.6.7 Outros vestígios.1.7 Identificação biológica.1.7.1 Microssatélites.1.7.2 Y-STRS.1.7.3 ADN mitocondrial.1.7.4 Y-SNPs.1.7.5 Perfis genéticos.1.8 Preservação da Cadeia de Custódia. II. Metodologia de estudo. 2.1 Entrevistas e questionários aplicados nos NAT/GNR.2.2 Análise dos Processos de Investigação Biológica do INML. 2.3 Análise da mala de recolha de vestígios biológicos. 2.4 Procedimentos de recolha de vestígios. III. Resultados e discussão. 3.1 Entrevistas efectuadas aos Chefes dos NAT/GNR. 3.2 Análise das entrevistas aos Chefes dos NAT/GNR. 3.3 Questionários aplicados aos Técnicos de Criminalística dos NAT/GNR. 3.4 Análise dos questionários aos Técnicos de Criminalística dos NAT/GNR. 3.5 Análise dos Processos de Identificação Biológica da Delegação de Lisboa do INML. 3.5.1 Análise de Processos de 2002. 3.5.2 Análise de Processos de 2003. 3.5.3 Análise de Processos de 2004. 3.5.4 Análise global dos Processos de Identificação Biológica. 3.6 Mala de recolha de vestígios biológicos. 3.7 Formas de actuação dos NAT/GNR. 3.8 Procedimentos gerais de recolha de vestígios biológicos. 3.8.1 Protecção individual. 3.8.2 Protecção dos vestígios. 3.8.3 Conservação, embalagem e armazenamento dos vestígios. 3.8.4 Amostra de referência. 3.8.5 Procedimentos de recolha no local do crime. 3.9 Procedimentos específicos para os diversos tipos de vestígios biológicos. 3.9.1 Sangue. 3.9.2 Sémen. 3.9.3 Saliva. 3.9.4 Cabelos ou pelos. 3.9.5 Unhas. 3.9.6 Restos cadavéricos. 3.9.7 Envio dos vestígios ou de amostras biológicas. 3.9.8 Auto de recolha. 3.9.9 Requisição de exame laboratorial. 3.10 Relatório de Inspecção Judiciária. 3.11 Preservação da Cadeia de Custódia. IV. Conclusões. 4.1 Conclusões referentes às entrevistas e questionários. 4.2 Conclusões da análise aos processos de investigação biológica do INML. 4.3 Conclusões relativas à Mala de Recolha de Vestígios Biológicos e aos procedimentos de recolha dos vestígios. 4.5 Considerações finais. V. Bibliografia. VI. Anexos: Anexo 1 Guião da Entrevista realizada aos Chefes do NAT/GNR. Anexo2 Questionário aplicado aos Técnicos de Criminalística dos NAT/GNR. Anexo 3 Processos de Identificação Biológica da DL-INML em que as Forças de Segurança participaram. Anexo 4 Índice de quadros, gráficos, tabelas e figuras. Anexo 5 Abreviaturas.
606 _aPRESERVAÇÃO DA PROVA
_9302776
606 _aVESTÍGIOS
_9322061
606 _aRECOLHA DA PROVA
_9322094
606 _aFLUIDO CORPORAL
_9343188
606 _aLOCAL DO CRIME
_935217
606 _aCIÊNCIA FORENSE
_9321508
606 _aTESE
_9334284
700 _aSILVA
_bFrederico Guilherme Soares Galvão da
_9305403
955 _xOferta