| 000 | 02994nam a2200289 4500 | ||
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| 001 | 391007 | ||
| 090 | _a391007 | ||
| 100 | _a20120618d2009 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aQuando ver é tão penoso como sentir _bRecurso eletrónico _ediferenças na percepção e nas estratégias de coping de testemunhas e vítimas de bullying no local de trabalho _fMarisa Cláudia Morgado Conde |
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| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2009 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aTese submetida ao ISCTE/IUL para obtenção do grau de Mestre em Gestão de Recursos Humanos, tendo como orientador Henrique Manuel Caetano Duarte. Ficheiro de 740 KB em formato pdf (123 p.). Disponível também em: https://repositorio-iul.iscte.pt/bitstream/10071/2019/1/Quando_ver_e_tao_penoso_como_sentir_Marisa.Conde.pdf. Acedido 05 de julho de 2012. | ||
| 330 | _aCom este trabalho propomo-nos estudar as diferenças de percepção entre vítimas e testemunhas de bullying no local de trabalho, que estratégias de Coping adoptam em consequência da forma como observam e encaram o perpetuar deste fenómeno no tempo, porque motivos o consentem e que justificações encontram para a sua prática, considerando o contexto cénico e a influência social que os seus superiores, pares, familiares e amigos exercem. Pretendemos, também, analisar as alterações sentidas na forma de encarar o trabalho e a aprendizagem que realizaram em função deste processo. Para a recolha de dados deste estudo utilizámos a metodologia qualitativa recorremos à análise de narrativas e recolhemos 10 entrevistas, cujos resultados foram interpretados segundo a metodologia dos estudos estruturais de Labov (1972). As estratégias de coping utilizadas pelas vítimas oscilaram entre a passividade, enfrentamento do perpetrador, tentativa de compreensão da situação e abandono da organização. As estratégias de coping utilizadas pelas testemunhas, foram o apoio moral e ostracização da vítima e incentivo do perpetrador. A vítima pouco ou nada pode fazer para resolver favoravelmente o Bullying. Independentemente dos mecanismos de Coping que adoptar, os resultados serão predominantemente negativos. As testemunhas sentem stress e insatisfação no trabalho, com repercussões na sua auto-estima, sistema nervoso e saúde em geral. O desejo de abandonar a organização para não se tornarem a próxima vítima, a frustração e revolta silenciosa por nada poderem fazer para ajudar as vítimas foram sentimentos narrados. | ||
| 606 |
_aTESTEMUNHA OCULAR _9343140 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA NO LOCAL DE TRABALHO _9329771 |
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| 606 |
_aVITIMAÇÃO _9336840 |
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| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _9322367 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aCONDE _bMarisa Cláudia Morgado _9356796 |
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| 955 | _xOferta | ||