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100 _a20120326d2012 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aCaos urbano
_fcoord. António de Sousa Lara
210 _aLisboa
_cPactor
_d2012
215 _aXVI, 173 p.
_d24 cm
300 _aParcial no CD301.
330 _aPrefácio (José Luís Pinto Ramalho). Apresentação – Caos Urbano e Teoria do Caos (Fausto Amaro). 1. Considerações sobre a Teoria do Caos Urbano (António de Sousa Lara). 1.1. Ordo Ab Chao. 1.2. As Milícias Populares. 1.3. A conflitualidade do novo lúmpen como forma de relação social. 1.4. Caos urbano: da teoria ao verão de 2011. 1.4.1. Os massacres de Anders Breivik. 1.4.2. O Gadgetlumpen ataca o Reino Unido. 1.5. A falta de informações sobre as situações concretas e a falta de uma política de regime. 1.5.1. A inutilidade prospetiva habitual das ciências sociais e políticas. 1.5.2. Processos de canibalização das religiões na criação de novas ideologias de massas. 1.5.3. Outras alternativas ideológicas. 1.6. Os fins do estado e a crise económica. 1.7. Das guerras inúteis às guerras caras. 1.8. A reprivatização da Guerra e da Segurança Nacional. 1.9. Um macrossistema insustentável. 1.10. A metamorfose do presente a partir da crise da economia. 1.11. Realismo político, Política internacional e subversão: o caso da Líbia de Khadafi e a doutrina ocidental emergente. 1.12. Fervura, ebulição e saturação aplicadas à política. Bibliografia. 2. A Crise (Pedro Ferreira da Silva). 2.1. Introdução. 2.2. O conceito de Crise. 2.3. As dimensões da crise. 2.4. Conclusão. Bibliografia. 3. Breve Reflexão sobre o Caos (Carlos Carreira). 3.1. Introdução. 3.1.1. Átrio. 3.1.1.1. Sobre o Caos. 3.1.2. O objeto de estudo e a problemática em análise. 3.1.3. Metodologia e parâmetros epistemológicos de análise. 3.1.4. Organização do trabalho. 3.1.5. Bibliografia. 3.1.5.1. O Caos. 3.1.5.2. O Fator “i” e a Teoria da Incerteza de Heisenberg. 3.2. Conclusão. Bibliografia. 4. O Modelo Teórico do Desenvolvimento da Crise (Teresa de Almeida e Silva; Pedro Ferreira da Silva). 4.1. Introdução. 4.2. Anteriores tentativas de caracterização. 4.3. Modelo de evolução da crise. 4.3.1. Time Zero. 4.3.2. Fase de entreajuda. 4.3.3. Fase das pilhagens aleatórias. 4.3.4. Constituição de gangues armados. 4.3.5. Subversão generalizada. 4.3.6. Falhanço do Estado. 4.4. Debate do modelo. 4.5. Conclusão. Bibliografia. 5. Casos de Estudo – Análise do Modelo em Crises no Século XXI (Teresa de Almeida e Silva; Pedro Ferreira da Silva). 5.1. Introdução. 5.2. Apresentação dos casos de estudo. 5.2.1. Tsunami do Índico (26 de dezembro de 2004). 5.2.2. Sismo no Haiti (12 de janeiro de 2010). 5.2.3. Sismo e Tsunami no Japão (11 de março de 2011). 5.2.4. Guerra no Iraque (2003). 5.2.5. Egito (25 de janeiro a 11 de fevereiro de 2011). 5.2.6. Líbia (fevereiro a outubro de 2011). 5.3. Conclusão. Bibliografia. 6. Violência Urbana (Tópicos para a construção de um "Early Warning System") (Heitor Barras Romana). Bibliografia. 7. Políticas de Segurança – Desafios e Rumos (Pedro Clemente). 7.1. Políticas de Segurança. 7.2. Democracia e Mercado – Erupção da Crise. 7.3. Portugal – Da crise à oportunidade. 7.4. Nova agenda de Segurança – Impulso reformista. 7.5. Segurança – Uma liberdade republicana. 7.6. Controlo social – a agência policial. 7.7. Ordem e segurança. 7.8. Cidade – Sonho de liberdade e segurança. 7.9. Prevenção – A primeira segurança. 7.10. Mandato policial. 7.11. Da força pública. 7.12. Estratégias policiais de prevenção. 7.13. Informações de Polícia – da previsão à ação. 7.14. Segurança privada. 7.15. A lição de Nova Iorque. 7.16. Insucesso do policiamento de proximidade – a lição francesa. 7.17. Milícias populares. Bibliografia. 8. O Paradigma Securitário versus a Investigação Criminal no Estado de Direito Democrático (Rogério Jóia). 8.1. Introdução. 8.2. O Caos Urbano. 8.3. Resumindo. Bibliografia. 9. Educação, Coesão Social e Segurança Pública – O Impacto na Crise e no Caos (José Antunes Fernandes). 9.1. Introdução. 9.2. O contributo da educação para a coesão social. 9.3. A indispensabilidade da infraestrutura educacional face à deterioração económica. 9.4. A coesão social e o desenvolvimento. 9.5. Novos desafios – A ética da cooperação como fundamento da coesão social. 9.6. A coesão social e a segurança pública. 9.7. Os efeitos do sentimento de insegurança sobre a coesão social. 9.8. A coesão interna das forças de segurança em tempo de crise. 9.9. Conclusão. Bibliografia. Conclusões. Palavras de encerramento.
606 _aURBANISMO E CRIMINALIDADE
_9343731
606 _aCONFLITO RELIGIOSO
_9350091
606 _aIDEOLOGIA POLÍTICA
_9266546
606 _aRECESSÃO ECONÓMICA
_9343222
606 _aANÁLISE SOCIAL
_93558
606 _aDESASTRE NATURAL
_9343743
606 _aGESTÃO DE CRISES
_9343422
606 _aESTADO DE DIREITO
_9225665
702 _aLARA
_bAntónio de Sousa
_4coord.
_9322863
955 _xOferta