| 000 | 03798nam a2200289 4500 | ||
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| 001 | 390861 | ||
| 090 | _a390861 | ||
| 100 | _a20120315d2010 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aVestígios hemáticos no local de crime _bRecurso eletrónico _esua importância médico-legal _fInês Viana de Paula Monteiro |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2010 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação de candidatura para obtenção do grau de Mestre em Medicina Legal submetida ao Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar da Universidade do Porto, tendo como orientador Dr. Bruno Possidónio Mendes Antunes e co-orientador a Professora Doutora Maria José. Disponível também em: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/26904/2/Vestgios%20Hemticos%20no%20local%20de%20crime%20%20Sua%20Importncia%20Mdico%20Legal.pdf. Acedido a 15 de março de 2012. | ||
| 330 | _aO crime é um fenómeno que apresenta, de forma irrefutável, todos os sintomas da normalidade, dado que uma sociedade, dele isenta, é completamente impossível. De facto, nas últimas décadas, tem vindo a observar-se um aumento criminal, por todo o mundo. Como consequência deste facto, tem sido visível o investimento, na área da perícia criminal, quer através do surgimento de equipas forenses, cada vez mais especializadas e multidisciplinares, nesse campo, quer pelo investimento, numa série de acções de formação, investigação e tecnologia, no mesmo. Actualmente, os programas televisivos têm vindo a criar expectativas, relativamente ao facto de as modernas técnicas serem, por si só, suficientes para resolver os mistérios forenses. Na verdade, tal expectativa constitui uma falácia. Desde a cena de crime, até à decisão judicial final, desencadeia-se todo um conjunto de procedimentos periciais e judiciais, exaustivos. A investigação da cena do crime consiste no ponto de encontro entre a ciência, a lógica e a lei. É a partir da análise da cena de crime que os peritos recolhem os vestígios biológicos e não biológicos, com vista à reconstituição do evento em análise. Com base em Edmund Locard, todo o contacto deixa uma marca e é relativamente a essa marca/vestígio que os peritos devem estar capacitados de reconhecer, recolher e analisar. Numa cena de crime, o perito pode debater-se com uma panóplia de vestígios; porém, o sangue é, sem dúvida, a amostra mais frequentemente analisada. A nível forense, este vestígio pode contribuir, de variadíssimas formas, para a produção da verdade. O seu sistema de classificação (ABO, Rh), a sua composição (enzimas e proteínas), a sua individualidade (ADN) e a sua presença ou ausência interna e/ou externa, ao corpo, vão permitir, através de técnicas, como o exame macro e microscópico, métodos químicos e trigonométricos, a aferição dos factos envolventes ao crime em análise. Para além do importante contributo do ADN e da análise de marcas físicas, no corpo, a análise dos padrões de sangue tem sido utilizada, cada vez mais, como contributo fulcral nos processos periciais e tem sofrido um desenvolvimento exponencial. Este trabalho tem como objectivo demonstrar a importância que a análise forense dos vestígios hemáticos, numa cena de crime, pode alcançar, no âmbito de um processo criminal. | ||
| 606 |
_aANÁLISE DE VESTÍGIOS _9320649 |
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| 606 |
_aANÁLISE LABORATORIAL _9326721 |
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| 606 |
_aLOCAL DO CRIME _935217 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aCIÊNCIA FORENSE _9321508 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aMONTEIRO _bInês Viana de Paula _9356737 |
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| 955 | _xOferta | ||