000 03686nam a2200289 4500
001 390804
090 _a390804
100 _a20120215d2008 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aMaus-tratos, droga e criminalidade
_bRecurso eletrónico
_euma trilogia no feminino
_fIvânia Gaspar Gomes
210 _a[Lisboa]
_c[s.n.]
_d2008
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Mestrado em Medicina Legal e Ciências Forenses apresentada à Faculdade de Medicina de Lisboa da Universidade de Lisboa, sob orientação da Professora Doutora Luísa Branco Vicente. Ficheiro de 444 Kb em formato pdf (113 p.). Também disponível através de: https://repositorio.ul.pt/handle/10451/1952. Acedido a 15 de fevereiro de 2012.
330 _aEste estudo insere-se no âmbito da Psicologia Forense, como disciplina de estudo do comportamento humano, surgindo para procurar esclarecer se existe uma correlação entre o abuso de substâncias e os maus-tratos em mulheres portuguesas em reclusão, assim como verificar as diferenças encontradas nas tipologias de crimes cometidos e no auto-conceito. A população objecto de estudo é constituída por mulheres de nacionalidade portuguesa, reclusas em estabelecimentos prisionais de Portugal Continental. A amostra utilizada refere-se a 176 reclusas, seleccionadas de forma aleatória, proporcionalmente repartidas pelos EP de Odemira, EP de Tires, EP da Guarda e EP de Santa Cruz do Bispo, que correspondem a cerca de 28% da população reclusa feminina, de nacionalidade portuguesa, no momento da aplicação dos inquéritos (Junho e Julho de 2007).Foi aplicado um inquérito sobre hábitos de consumo de substâncias, maus-tratos sofridos edados sócio-demográficos. Além do inquérito foi também aplicado o ICAC - Inventário Clínico de Auto-Conceito. Foram constituídos quatro grupos de referência e procedemos à análise dos dados recolhidos. Concluímos que a hipótese de que as variáveis “abuso de substâncias psicoactivas” e “maus tratos” estão correlacionadas, sendo assim confirmada. Constatámos que as diferenças na distribuição das tipologias de crimes acontecem sempre que a variável “abuso de substâncias” está presente. A hipótese de diferença na tipologia confirma-se apenas para 2 em 3 grupos. A hipótese de diferenças no auto-conceito entre grupos de referência é infirmada com os dados obtidos e o valor de auto-conceito na amostra em estudo é superior à média da população feminina portuguesa.Propomos que sejam efectuados futuros trabalhos de investigação que se possam debruçar sobre esta e outras temáticas do funcionamento psicológico das reclusas portuguesas, já que há muitos factores que podem ser explorados nesta população e que podem servir outros propósitos que não apenas os de um conhecimento mais aprofundado da criminalidade feminina, mas igualmente possibilitando a identificação de factores de risco para a criminalidade e para os diversos tipos de crimes. A identificação desses factores, e um bom conhecimento da forma como evoluem e se manifestam, podem levar à prevenção não só de alguns crimes mas também dos próprios factores que os precipitam.
606 _aMAUS TRATOS CONTRA MULHERES
_9343562
606 _aCRIMINALIDADE FEMININA
_9275110
606 _aPRESO
_9243028
606 _aTOXICODEPENDÊNCIA
_9225048
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
606 _aTESE
_9334284
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_9551
700 _aGOMES
_bIvânia Gaspar
_9356713
955 _xOferta