| 000 | 03010nam a2200277 4500 | ||
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| 001 | 390607 | ||
| 090 | _a390607 | ||
| 100 | _a20111027d2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aCrime na imprensa _bRecurso eletrónico _e[representações sobre imigrantes e ciganos em Portugal] _fSílvia Gomes |
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| 210 |
_aBraga _cCentro de Investigação em Ciências Sociais. Universidade do Minho _d2011 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 225 |
_aComTextos. CICS Working Paper _v1 |
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| 300 | _aFicheiro de 398,16 Kb em formato pdf (28). Também disponível através de: https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/13674.Acedido a 27 de Outubro de 2011. | ||
| 330 | _aA partir da observação dos jornais diários portugueses em 2008 e 2009, pretende-se neste texto analisar os discursos e representações veiculados pela imprensa acerca da criminalidade praticada por grupos étnicos minoritários. O objectivo será perceber de que forma as narrativas construídas pelos media constroem e reproduzem as lógicas do poder instituído e discutir as possíveis implicações desses discursos na formação de estereótipos que associam a prática do crime a determinados grupos sociais. Os estudos sobre os efeitos dos media nas representações sobre a criminalidade permitem aferir que estes sugerem aos cidadãos sobre como pensar o crime, os "criminosos" e o papel das autoridades. Ou seja, a mediatização da criminalidade produz visões amplamente partilhadas e consensuais junto de diversas comunidades, ao mesmo tempo que alimenta, junto do público em geral, visões estereotipadas sobre os "criminosos", podendo associar determinado tipo de criminalidade aos grupos socialmente excluídos e minorias étnicas, tais como ciganos e imigrantes. No âmbito deste trabalho encara-se a mediatização da criminalidade como um exemplo de um produto de uma indústria cultural que alimenta representações da ordem social, dos "criminosos" e das causas do crime que se subordinam às lógicas de mercado e às estruturas culturais, económicas e políticas prevalecentes. São assim veiculadas visões de ordem social destinadas a promover o consenso ideológico e o controlo sócio-político. Isso é feito pela ênfase exagerada nos riscos de vitimização e pela construção do chamado “pânico moral” assentes em construções narrativas mediáticas, cujo propósito é o de suscitar adesão emocional por parte do público. Estes discursos dos media resultam de uma lógica global de comodificação do espaço público, assente na criminalização da pobreza e no medo das populações "incómodas". | ||
| 606 |
_aCRIMINALIDADE _9224783 |
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| 606 |
_aMIGRANTE _9342680 |
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| 606 |
_aCIGANO _9345631 |
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| 606 |
_aMINORIA ÉTNICA _9105908 |
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| 606 |
_aMEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS E O PÚBLICO _9344443 |
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| 606 |
_aANÁLISE SOCIAL _93558 |
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| 700 |
_aGOMES _bSílvia _9356656 |
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| 955 | _xOferta | ||