| 000 | 03338nam a2200361 4500 | ||
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| 001 | 387791 | ||
| 090 | _a387791 | ||
| 100 | _a20090716d2006 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPatrulha e proximidade _bRecurso eletrónico _euma etnografia da polícia em Lisboa _fSusana Durão |
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| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2006 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação submetida como requesito parcial para obtenção do grau de Doutor em Antropologia das Sociedades Complexas, no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). Ficheiro de 10,3 Mb em formato pdf (455 p.).Também disponível através de: https://repositorio-iul.iscte.pt/bitstream/10071/274/4/Patrulha_e_Proximidade_pdf.pdf. Acedido em: 03 de Dezembro de 2010. | ||
| 330 | _aEsta etnografia pretende colmatar a falta de conhecimento sobre os universos policiais e sobre o policiamento nas ciências sociais portuguesas. Insere-se no quadro reflexivo da antropologia das organizações, dos processos culturais e urbanos e na tradição dos estudos policiais. Recorrendo a técnicas de observação prolongada e métodos qualitativos (entrevistas e pesquisa documental) é proposta uma descida às ruas de uma esquadra em Lisboa. São percorridos itinerários, rotinas e tácticas de agentes da patrulha e da proximidade que mostram como no seio da organização policial as ruas se tornaram o ‘seu’ território. Enquanto isso, a organização da Polícia de Segurança Pública, responsável pelo policiamento urbano em Portugal, é perspectivada nos eixos de uma reconfiguração recente, ‘organizando-se’, volvidos 30 anos de democracia. Embora muito indefinido e amplo, conclui-se que o trabalho dos agentes e das esquadras passa sobretudo pela ‘manutenção de ordens’, isto é, pelo encontro de soluções provisórias para problemas humanos e sociais perenes nas cidades. Práticas de trabalho e práticas discursivas da acção vão definindo e classificando os sentidos da operacionalidade, da cultura e mandato policiais, mas também da diferenciação social e uso de poderes perante situações, públicos e figuras do quotidiano. Numa ‘esquadra de passagem’, nos primeiros anos de experiência, os jovens agentes são socializados para aí se tornarem polícias e conquistarem a difícil mas essencial autonomia da autoridade profissional. Contemplam oportunidades, experimentam estilos de polícia e configuram trajectórias. A experiência da deslocação, esperar pela transferência ou ‘fazer carreira’ dita diferentes tendências num modo e quadro de vida exigentes. | ||
| 606 |
_aPOLÍCIA DE PROXIMIDADE _9324950 |
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| 606 |
_aPAPEL DA POLÍCIA _9344176 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA PÚBLICA _9244000 |
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| 606 |
_aANÁLISE SOCIAL _93558 |
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| 606 |
_aANTROPOLOGIA _9227040 |
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| 606 |
_aMUDANÇA ORGANIZACIONAL _9320333 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aDURÃO _bSusana _9279238 |
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| 955 | _xOferta | ||