000 02625nam a2200325 4500
001 387785
090 _a387785
100 _a20090707d2009 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA política dos serviços de informações em Portugal e o seu eventual recurso legal às intercepções às telecomunicações e acções encobertas
_fRui Miranda
210 _aLisboa
_ced. do a.
_d2009
215 _a14 p.
_d30 cm
300 _a(*) Trabalho apresentado na Cadeira de Políticas Públicas de Segurança, no âmbito do Mestrado em Relações Internacionais, Especialização em Segurança e Informações, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP). Reservado a Organismos do MJ, MAI, MDN e PCM.
330 _aResumo do trabalho. Introdução. O actual ordenamento jurídico das Acções Encobertas (AE) e das Intercepções às Comunicações (IT) em Portugal. Constituição da República Portuguesa. Regime Jurídico das Acções Encobertas para fins de Prevenção Criminal. O Código de Processo Penal (Lei 48/2007, de 29 de Agosto). O Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) e a necessidade de um recurso legal às Acções Encobertas e às Intercepções às Comunicações. A imprescindibilidade da legitimação legal na execução das Acções Preventivas por parte do SIRP no recurso às Acções Encobertas e às Intercepções às Comunicações. A fiscalização e controlo das AE e IT no SIRP: um modelo. A necessidade de acções de prevenção por parte do SIRP: o exemplo da monitorização do terrorismo de cariz transnacional e a importância do recurso às AE e IT. A "iniciativa" das organizações terroristas. A Defesa Preventiva no terrorismo como figura intermédia entre a Legítima Defesa e o Estado de Necessidade. A concepção de um modelo hipotético de elaboração de políticas públicas de segurança no que concerne ao recurso às AE e IT por parte do SIRP. Conclusões. Bibliografia.
606 _aSISTEMA DE INFORMAÇÕES DA REPÚBLICA PORTUGUESA
_9133213
606 _aSISTEMA DE INFORMAÇÕES
_9156147
606 _aAGENTE INFILTRADO
_91181
606 _aOPERAÇÃO UNDERCOVER
_9343356
606 _aINTERCEPÇÃO DAS COMUNICAÇÕES
_9326867
700 _aMIRANDA
_bRui
_9329857
955 _xOferta