| 000 | 03847nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 387769 | ||
| 090 | _a387769 | ||
| 100 | _a20090623d2008 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO plural no singular _eem homenagem a Joaquim de Montezuma de Carvalho _fFrancisco Correia das Neves |
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| 210 |
_aCoimbra _cEdiliber _d2008 |
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| 215 |
_a122 p. _d23 cm |
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| 300 | _aSeparata de "A Comarca de Arganil". | ||
| 330 | _aIntrodução. Os começos. Convívio com Teixeira de Pascoaes. A velha amizade. A ida para o Ultramar e o labor cultural de Montezuma. O regresso. A continuação do labor cultural e de escrita. A Biblioteca do Exército e a Feira da Ladra. O interesse por Espinosa e o encanto de Camões. Um passo infeliz de Dante. O amor a Portugal e o nome que os chineses lhe deram. A descoberta de Fernando Pessoa e a previsão de João Gaspar Simões. Montezuma e o Nobel de Literatura Camilo Cela. O périplo literário e geográfico de Montezuma. Jorge Luís Borges e o comentário artístico da metáfora. Continuação do périplo. Os mexicanos Octávio Paz e Sóror Juana Inés de La Cruz. A visita ao Palácio de Chapultepec e o encontro com as raízes. Pe. António Vieira. A mestiçagem. Contactos com outros Prémios "Nobel" e o interesse de Montezuma pelas Literaturas das Américas com uma crítica a Jorge de Sena. O interesse pelas letras brasileiras e espanholas. O encontro com Azorín e a afinidade de Raúl Brandão. O encontro com Menéndez Pidal e o romanceiro português. O elogio dos portugueses por Juan Valera e novamente a portugalidade de Montezuma de Carvalho. Um comentário sobre Unamuno, Mário Soares, a "fome de fama" e o fascínio do "Suave Milagre" de Eça e de Cristo. Novo reparo a Unamuno, a religiosidade da Ibéria, o repúdio do ateísmo comunista e do materialismo. O destaque de Stefan Zweig, seu relacionamento com Portugal e a beleza sentida do "Último Poema". A tradição índia e o romance da “Serpente Emplumada” de Lawrence, o repúdio do racismo e do falso puritanismo. A graça de uma lenda mexicana. O Deus Quetzalcóatl e o Quetzal. A intensidade do labor intelectual e o critério selectivo de Montezuma. Unamuno e Antero. Recordação de Eugénio de Castro e seu convívio com Joaquim de Carvalho. O destaque de Eça de Queiroz e de José Régio. O misticismo de Régio e Santa Teresa de Ávila. O cansaço e o desejo de fuga para Deus. Recordação do "Cântico Negro". O critério poético de Montezuma. O elogio de Mourão-Ferreira. A serpente de Fernando Pessoa e as do painel do tribunal. Ainda Camões e a portugalidade de Montezuma, a Estátua de Guttenberg e o estranho Ezra Pound. A defesa de Camões pelos escritores Norwood Andrews (americano) e Heitor Martins (brasileiro). Comentário a respeito da anotação de Frei José Índio(?) n'Os Lusíadas. O "ladino" e alguns textos deste dialecto. “A trindade dos encantos” de Montezuma. Títulos e distinções atribuídos a Montezuma. Um fecho poético. Montezuma pensador religioso. A nossa tertúlia e a família. O dever do escritor, segundo Montezuma e G. García Marquez. A "descolonização" e a esquerda marxista. A estima da família por pessoas da Beira da Serra. Um modo de ser do Prof. Joaquim de Carvalho. Um olhar de Montezuma sobre Torga e A. Correia de Oliveira. Discordância com Salazar e com o socialismo comunista. O convívio coimbrão entre aquele, Joaquim de Carvalho e o Cardeal Cerejeira e a companhia da "canforeira". A pluralidade e a estima genética de Montezuma e sua ligação ao imperador asteca. O "ex-líbris" e a plural idade do labor de Montezuma. Recordação da “maresia”, cheiro de amizade | ||
| 606 |
_aLITERATURA _9227045 |
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| 606 |
_aFICÇÃO _9103503 |
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| 700 |
_aNEVES _bFrancisco Correia das _9323511 |
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| 955 | _xOferta | ||