| 000 | 02031nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 387013 | ||
| 090 | _a387013 | ||
| 100 | _a20080925d1967 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAntologia do conto fantástico português _fAlexandre Herculano... [et al.] |
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| 210 |
_aLisboa _cAfrodite _d1967 |
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| 215 |
_a511, [5] p. _d21 cm |
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| 225 | _aColecção Antologia | ||
| 330 | _aAlexandre Herculano - A dama pé de cabra. Rebelo da Silva - A torre de Caim. Camilo Castelo Branco - O esqueleto. Júlio César Machado - Uma récita do Roberto do Diabo. Manuel Pinheiro Chagas - A igreja profanada. A. Osório de Vasconcelos - A torre derrocada. Teófilo Braga - O véu. Álvaro do Carvalhal - Os canibais. Eça de Queirós - O defunto. Fialho de Almeida - A princesinha das rosas. M. Teixeira Gomes - Sede de sangue. Raúl Brandão - O mistério da árvore. Aquilino Ribeiro - A reincarnação deliciosa. Mário de Sá-Carneiro - A estranha morte do Prof. Antena. José de Almada-Negreiros - O cágado. Ferreira de Castro - O senhor dos navegantes. José Régio - O caminho. José Rodrigues Miguéis - Regresso à cúpula da pena. Tomaz de Figueiredo - O gavião. Domingos Monteiro - Casa mortuária. Branquinho da Fonseca - O anjo. José de Lemos - A Ritinha. António Quadros - Pesadelo. Natália Correia - O aplaudido dramaturgo curado pelas pílulas pink. Urbano Tavares Rodrigues - Trânsito. Carlos Wallenstein - A maravilhosa história do internamento. Davida Mourão-Ferreira - Nem tudo é História. Ana Hatherly - No restaurante. Maria Alberta Menères - O elephans-pinguim. Vasconcelos Sobral - O odionauta. E. M. de Mello e Castro - Eu índice N. Vitor Silva Tavares - Não, não foi de herói. Dórdio Guimarães - O homem das batalhas. António Barahona da Fonseca - A viúva Ester. Almeida Faria - Peregrinação. | ||
| 606 |
_aLITERATURA _9227045 |
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| 955 | _xOferta | ||