| 000 | 01706nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 385484 | ||
| 090 | _a385484 | ||
| 100 | _a20080711d1900 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aFilha de Labão _fTomás da Fonseca _gcapa Estúdios P. E. A. |
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| 210 |
_a[S.l.] _cPublicações Europa-América _d[19--] (imp. Oficinas de P.E.A., 1972) |
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| 215 |
_a195, [5] p. _d18 cm |
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| 225 |
_aLivros De Bolso Europa-América _v32 |
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| 330 | _aI - Os sinos dobram. II - Na cova da onça. III - Confissão e agonia duma fera. IV - O que a névoa escondeu. V - Sangue na veia d'água. VI - Última filha de Labão. VII - O fogo abrasa e a trovoada arrasta. VIII - O coração esconde, mas os olhos desvendam. IX - Todas as rosas se abriram. X - A cotovia na lição. XI - A cotovia e o milhafre. XII - O bom humor à cabeceira. XIII - A noite e o seu mistério. XIV - Ao menismo e ao borracho. XV - A caminho do santuário. XVI - A cotovia canta e o mistério desvenda-se. XVII - Subindo o monte do seu calvário. XVIII - Voz do sangue que se foi apagando. XIX - E do céu iam caindo flores. XX - A cotovia voltara ao ninho. XXI - Calcou a aldraba, e a luz fez-se. XXII - Homilia sobre o amor profano. XXIII - De vidro para gemer, de bronze para resistir. XXIV - Luta do homem com a terra. XXV - Bateu a asa e voou longe. XXVI - A cotovia foge ao gavião. XXVII - A guitarra gene e a lua sobe ao céu. XXVIII - No S. Paio da Torreira. XXIX - Um jogo de bisca interrompido. XXX - No céu brilhou de novo a estrela de alva. | ||
| 606 |
_aLITERATURA _9227045 |
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| 700 |
_aFONSECA _bTomás da _9354952 |
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| 955 | _xOferta | ||