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101 _apor
200 _aFilha de Labão
_fTomás da Fonseca
_gcapa Estúdios P. E. A.
210 _a[S.l.]
_cPublicações Europa-América
_d[19--] (imp. Oficinas de P.E.A., 1972)
215 _a195, [5] p.
_d18 cm
225 _aLivros De Bolso Europa-América
_v32
330 _aI - Os sinos dobram. II - Na cova da onça. III - Confissão e agonia duma fera. IV - O que a névoa escondeu. V - Sangue na veia d'água. VI - Última filha de Labão. VII - O fogo abrasa e a trovoada arrasta. VIII - O coração esconde, mas os olhos desvendam. IX - Todas as rosas se abriram. X - A cotovia na lição. XI - A cotovia e o milhafre. XII - O bom humor à cabeceira. XIII - A noite e o seu mistério. XIV - Ao menismo e ao borracho. XV - A caminho do santuário. XVI - A cotovia canta e o mistério desvenda-se. XVII - Subindo o monte do seu calvário. XVIII - Voz do sangue que se foi apagando. XIX - E do céu iam caindo flores. XX - A cotovia voltara ao ninho. XXI - Calcou a aldraba, e a luz fez-se. XXII - Homilia sobre o amor profano. XXIII - De vidro para gemer, de bronze para resistir. XXIV - Luta do homem com a terra. XXV - Bateu a asa e voou longe. XXVI - A cotovia foge ao gavião. XXVII - A guitarra gene e a lua sobe ao céu. XXVIII - No S. Paio da Torreira. XXIX - Um jogo de bisca interrompido. XXX - No céu brilhou de novo a estrela de alva.
606 _aLITERATURA
_9227045
700 _aFONSECA
_bTomás da
_9354952
955 _xOferta