| 000 | 02414nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 385477 | ||
| 090 | _a385477 | ||
| 100 | _a20080711d1900 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO príncipe _fNicolau Maquievel _gtrad. de Manuela de Azevedo, capa Estúdios P. E. A. |
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| 210 |
_a[S.l.] _cPublicações Europa-América _d[19--] (imp. Oficinas de P.E.A., 1972) |
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| 215 |
_a182, [4] p. _d18 cm |
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| 225 |
_aLivros De Bolso Europa-América _v24 |
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| 330 | _aPrefácio. Dedicatória. I - Quantos géneros de principados há e por que meios se obtêm. II - Dos principados hereditários. III - Dos principados mistos. IV - Por que motivo o reino de Dario ocupado por Alexandre não se revoltou contra os seus sucessores após a sua morte. V - Como se deve governar as cidades ou principados que, antes de serem conquistados, viviam segundo as suas leis. VI - Dos principados novos adquiridos pelas suas próprias armas e pelos seus talentos. VII - Dos principados novos que se obtêm pela força e pela sorte alheias. VIII - Daqueles que chegam ao principado pela perfídia. IX - Do principado civil. X - De que modo se devem medir as forças de todo o principado. XI - Dos principados ecelsiásticos. XII - Quantas espécies há de guerreiros e de soldados mercenários. XIII - Dos soldados auxiliares, mistos e próprios. XIV - Do que respeita ao princípe no tocante à guerra. XV - Das coisas pelas quais os homens, e sobretudo os princípes, ganham censura ou louvor. XVI - Da liberdade e da parcimónia. XVII - Da crueldade e da clemência e de qual é melhor: ser amado ou temido. XVIII - Como os princípes devem honrar a sua palavra. XIX - Guardemo-nos de ser odiados e desprezados. XX - Se as fortalezas, cidadelas e várias outras coisas que os princípes criam todos dias lhe trazem proveito ou detrimento. XXI - Como deve proceder o princípe para conquistar a estima. XXII - Dos secretários de um princípe. XXIII - Como se deve fugir dos lisonjeadores. XXIV - Porque perderam os princípes de Itália os seus estados. XXV - Quanto pode a sorte nas coisas humanas e como é possível fazer-lhe frente. XXVI - Exortação a tomar a Itália e libertá-la dos bárbaros. Anotações de Napoleão Bonaparte. | ||
| 606 |
_aLITERATURA _9227045 |
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| 700 |
_aMAQUIEVEL _bNicolau _9354948 |
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| 955 | _xOferta | ||