| 000 | 03614nam a2200301 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 384706 | ||
| 090 | _a384706 | ||
| 100 | _a20080408d2008 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aCorrupção _erealidade e percepções _eo papel da imprensa _fAntónio João Marques Maia |
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| 210 |
_aLisboa _ced. do a. _d2008 |
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| 215 |
_a332 p. _d30 cm |
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| 300 | _aDissertação para obtenção do grau de Mestre em Sociologia, pela Universidade Técnica de Lisboa - Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, sob a orientação do Professor Doutor Leonel Henriques Domingues.Ficheiro de 1,6 Mb em formato pdf (332 p.).Contém, em anexo, a apresentação da tese (20 "slides", também disponível em ficheiro pdf). Disponível também em: https://www.bocc.ubi.pt/pag/maia-antonio-corrupcao-realidade-e-percepcoes.pdf. Acedido a 27 de fevereiro de 2013. | ||
| 330 | _aIntrodução. PARTE I - CONTEXTUALIZAÇÃO TEÓRICA DO ESTUDO. 1 O problema das práticas de corrupção. 1.1 Caracterização do problema. 1.2 Como o problema da corrupção tem sido visto ao longo do tempo. 1.3 A problemática da corrupção em Portugal. 1.4 A dificuldade da detecção das práticas de corrupção. 2 Conceitos teóricos utilizados para abordagem do problema. 2.1 As "representações sociais". 2.1.1 A autonomização do conceito. 2.1.2 O que são as representações sociais. 2.1.3 Em que sentido falamos de representações sociais. 2.1.4 Funções das representações sociais. 2.2 "Desvio" e "Crime”. 2.2.1 O desvio como desafio da ordem. 2.2.2 Breve resenha histórica da evolução do conceito. 2.2.3 O "white-collar crime". 2.2.4 A anomia como explicação para as alternativas criminais. 2.2.5 A "corrupção" como um processo de trocas. 2.2.6 A censurabilidade social do crime. 2.2.7 A oscilação da censurabilidade social da corrupção. 2.3 O papel integrador da comunicação social. 2.3.1 Primeiros passos da evolução do conceito. 2.3.2 Uma breve referência à explicações de raiz marxista. 2.3.3 Os estudos em torno do processo de produção de notícias. 2.3.4 A importância das fontes de informação. 2.3.5 A notícia como factor formador da percepção da realidade. PARTE II - MODELO TEÓRICO E METODOLOGIA PROPOSTOS. 1 Modelo teórico e hipóteses dele decorrentes. 1.1 A hipótese geral. 1.2 As hipóteses operativas. 2 Metodologia utilizada. 2.1 O recurso às técnicas de análise de conteúdo. 2.2 Critérios considerados para a definição do “corpus” de notícias a estudar. PARTE III - APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE RESULTADOS. 1 Nota prévia. 2 Avaliação das hipóteses operativas 1 a 7. 3 Avaliação das hipóteses operativas 8 a 12. 4 Avaliação da hipótese operativa 13. PARTE IV - CONCLUSÕES. Nota prévia. 1 Da análise de imprensa efectuada. 2 Da conjugação dos três pilares do modelo considerado. Bibliografia. Anexos. A - Listagem dos títulos das notícias analisadas e Código Deontológico dos Jornalistas Portugueses. B - A expressão do crime de corrupção em Portugal. C - Representações sociais da corrupção em Portugal – traços conhecidos. | ||
| 606 |
_aCORRUPÇÃO _9229145 |
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| 606 |
_aANÁLISE SOCIAL _93558 |
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| 606 |
_aIMPRENSA _9236122 |
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| 606 |
_aCRIME ECONÓMICO _9238882 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aMAIA _bAntónio João Marques _9324378 |
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| 955 | _xOferta | ||