| 000 | 02394nam a2200301 4500 | ||
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| 001 | 384046 | ||
| 090 | _a384046 | ||
| 100 | _a20070212d2003 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAbuso sexual de crianças _bRecurso eletrónico _ecrenças sociais e discursos da psicologia _fAna Catarina Entrudo Pires de Almeida |
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| 210 |
_aBraga _c[s.n.] _d2003 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação para o mestrado em Psicologia da Justiça (Universidade do Minho). Ficheiro de 323 Kb em formato pdf (134 f.). | ||
| 330 | _aIntrodução. 1. Evolução histórica/legal/científica e social do conceito de abuso sexual de crianças. 1.1. Perspectiva histórica. 1.1.1. A (re)descoberta do abuso sexual de crianças (1970-80).1.1.2. Difusão (1980-1990). 1.1.3. Consolidação /Reificação (1990-2003). 1.2. Evolução do conceito legal de abuso sexual de crianças. 1.3. Definições técnicas. 1.4. Discursos e reacções sociais ao abuso sexual. 1.4.1. Mitos que dificultam o reconhecimento do abuso. 1.4.2. Mitos que promovem atitudes desfavoráveis à recuperação da vítima. 2. Discursos e atitudes do psicólogo perante o abuso sexual de crianças e suas vítimas. 2.1. As teorias actuais da vitimação infantil. 2.1.1. As teorias psicodinâmicas. 2.1.2. As teorias cognitivo-comportamentais. 2.1.3. As teorias sistémicas. 2.1.4. As teorias humanistas. 2.1.5. As teorias feministas. 2.1.6. As teorias construtivistas/narrativas. 2.2. Revisão da investigação acerca das percepções sobre o abuso sexual de crianças. 2.2.1. Variáveis que interferem na percepção social do abuso sexual de crianças. 2.2.2. Variáveis do psicólogo que interferem na percepção e atendimento às vítimas de abuso. 3. Síntese crítica. 4. Estudos empíricos. 4.1. Primeiro Estudo. 4.2. Segundo Estudo. Conclusões. Bibliografia. Anexos. | ||
| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9242574 |
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| 606 |
_aCRIME CONTRA CRIANÇAS _9343327 |
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| 606 |
_aANÁLISE PSICOLÓGICA _9323418 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aALMEIDA _bAna Catarina Entrudo Pires de _9353513 |
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| 955 | _xOferta | ||