| 000 | 02171nam a2200217 4500 | ||
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| 100 | _a20210513u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
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_aA radicalização salafista-jihadista na Europa _eo caso dos imigrantes de segunda e terceira geração conectados com o Islão _fFilipa Marina Soares |
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| 311 | _aFicheiro de 2,46 MB em formato PDF. | ||
| 330 | _aNum momento em que a Europa se confronta com o retorno de milhares de combatentes estrangeiros europeus que anteriormente viajaram para a Síria e para o Iraque, juntando-se aí ao autoproclamado Estado Islâmico, e em que cada vez mais se repetem os atentados terroristas de matriz islamista no velho continente, perpetrados por células de terrorismo endógeno ou por indivíduos que atuam de forma independente, importa refletir sobre o processo que está na base destes fenómenos: a radicalização. De facto, ao contrário do que aconteceu em décadas anteriores, em que a maioria dos islamistas radicais a operar na Europa eram imigrantes de países muçulmanos, hoje constata-se que um número cada vez maior diz respeito a jovens europeus muçulmanos que, embora tenham conexões ao Islão (sendo filhos ou netos de imigrantes provenientes de países muçulmanos), nasceram e cresceram no ocidente. Assim, questionamo-nos acerca dos fatores e dinâmicas que levam estes indivíduos a adotarem visões radicais do Islão e, no limite, a cometerem um atentado contra o seu próprio país. Este recuo até ao processo de radicalização, e a compreensão das dinâmicas responsáveis pela transformação de indivíduos fora de qualquer suspeita em radicais e potenciais terroristas, configura-se como algo vital e indispensável para o desenvolvimento de estratégias eficazes de contraterrorismo. | ||
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_cLisboa _dJaneiro-Junho 2018 _vVol. 7, nº 14 _tProeluim _x1645-8826 _pp. 87-106 |
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| 606 |
_aEXTREMISMO _9305302 |
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| 606 |
_aJIHAD ISLÂMICA _9330211 |
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| 606 |
_aEUROPA _9326972 |
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| 606 |
_aIMIGRAÇÃO _93839 |
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| 700 |
_aSOARES _bFilipa Marina _9351700 |
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