000 01607nam a2200205 4500
001 378011
090 _a378011
100 _a20210430u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aInvestigação criminal e direitos humanos
_bRecurso eletrónico
_ea colaboração premiada
_fMarcus de Melo Gomes
311 _aResumo inserto na publicação.
330 _aA colaboração premiada constitui meio de obtenção de prova previsto na legislação brasileira que trata da investigação das organizações criminosas. Sua aplicação se inspira na busca da chamada verdade real, que orienta o modelo eficientista de persecução penal. A disciplina legal do instituto suscita, entretanto, questionamentos a nível da sua compatibilidade com determinadas garantias fundamentais, em especial o princípio da não autoincriminação, uma vez que, para a celebração do acordo, impõe-se ao colaborador a renúncia ao direito ao silêncio, com a consequente imposição do dever de falar a verdade. O objetivo do presente ensaio reside no exame de uma possível inconstitucionalidade da colaboração premiada em face da garantia da não autoincriminação no contexto de um sistema acusatório refratário a mecanismos consensuais que reforçam o eficientismo do processo penal.
461 _cLisboa
_d2019
_vNº 21/22
_tLusíada. Direito
_x2182-4118
_pp. 327-340
606 _aDELAÇÃO PREMIADA
_9144376
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aBRASIL
_9331399
700 _aGOMES
_bMarcus de Melo
_9351689