000 01719nam a2200241 4500
001 378004
090 _a378004
100 _a20210429u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPapel da vítima no Direito Português e no Direito Internacional
_bRecurso eletrónico
_fMaria João Simões Escudeiro
311 _aResumo inserto na publicação.
330 _aA criação do Tribunal Penal Internacional é um dos feitos mais aguardados do século vinte. As expetativas e anseios que recaem sobre o Tribunal são, de tal forma altos, que colocam a Comunidade Internacional de olhos postos nas suas decisões. O Estatuto da Vítima está em vigor em Portugal e perante esta circunstância importa analisar o papel das vítimas nos Tribunais Penais Internacionais. Analisaremos a evolução do papel das vítimas nos Tribunais Militares Internacionais de Nuremberga e do Extremo Oriente, passando pelos Tribunais Ad-Hoc da Ex-Jugoslávia e do Ruanda e culminando no Tribunal Penal Internacional. A evolução nesta matéria é visível na prática destes tribunais, até porque a análise que se pretendemos fazer, é sobretudo, com base na jurisprudência destes Tribunais.
461 _cLisboa
_dJulho-Dezembro 2019
_vVol. 20, n.º 2
_tGalileu - Revista de Direito e Economia
_x2184‑1845
_pp. 46-60
606 _aTRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL
_9228754
606 _aDIREITO PENAL INTERNACIONAL
_9579
606 _aJURISPRUDÊNCIA
_9231071
606 _aVÍTIMA
_9918
700 _aESCUDEIRO
_bMaria João Simões
_9295076