000 01759nam a2200193 4500
001 378001
090 _a378001
100 _a20210415u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA identificação pessoal como instrumento de controlo social nas sociedades contemporâneas
_bRecurso eletrónico
_fJoão José Rodrigues Afonso
311 _aResumo inserto na publicação.
330 _aA estruturação de uma sociedade exige a implementação de um mecanismo que permita a identificação dos indivíduos que a compõem. Saber “quem é quem” é um elemento fundamental para a organização política e administrativa do Estado e para a segurança individual e coletiva. Todas as pessoas têm uma identidade própria, única e irreplicável. O processo de identificação traduz-se na transposição dessa individualidade e singularidade para um sistema de registo. Em Portugal, até ao início do século XX, o Estado não tinha qualquer sistema de registo civil da população, valendo-se dos registos dos sacramentos católicos feitos pelos párocos locais, que assentavam em livro os nascimentos, batismos, casamentos e óbitos dos fiéis. Foram precisos quase oito séculos para a criação e consolidação de um Registo Civil. Não existe ordem social com o anonimato individual. A visão holística para a criação de uma sociedade passa, necessariamente, pela atestação e fixação da identidade de cada indivíduo que a compõe.
461 _cLisboa
_d2020
_vAno 16
_tPoliteia
_x1646-0367
_pp. 79-102
606 _aCÓDIGO DO REGISTO CIVIL
_911385
606 _aIDENTIFICAÇÃO PESSOAL
_9243661
700 _aAFONSO
_bJoão José Rodrigues
_9303416