| 000 | 02121nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 377989 | ||
| 090 | _a377989 | ||
| 100 | _a20210330u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO auxílio do colaborador de justiça em Portugal _bRecurso eletrónico _euma visão jurídico-policial _fNuno Ricardo Pica dos Santos |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aA colaboração de justiça é um meio incentivado pelas legislações nacionais e motivado por instrumentos jurídicos internacionais e regionais na repressão da criminalidade organizada nos diversos estados, encontram-se soluções que podem ser divididas em dois grandes grupos: a previsão de regime(s) de colaboração a nível processual, com regulação da sua disciplina, e.g. a colaboração premiada no Brasil; e, previsões avulsas para e em certos tipos criminais, sem um concreto regime processual, como ocorre em Portugal. O presente estudo analisa os regimes de colaboração em Portugal, tentando conferir-lhes uma uniformidade na sua interpretação e aplicação prática e examinando os meios pelos quais o colaborador de justiça pode auxiliar a investigação, desde os meios de colaboração habituais aos mais sensíveis. Neste âmbito, questiona-se a possível ligação do colaborador de justiça a métodos ocultos de obtenção da prova, nomeadamente a ação controlada, a captação ambiental e, por fim, as ações encobertas. Defende-se que, não estando os concretos meios de colaboração previstos na lei, o auxílio do colaborador segue as regras dos meios de obtenção de prova ou de prova com ele relacionados e que se mostrem admissíveis face ao envolvimento de um colaborador de justiça. | ||
| 461 |
_cLisboa _d2020 _vVol. 61, n. 2 _tLisbon Law Review = Revista da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa _x0870-3116 _pp. 507-550 |
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| 606 |
_aDELAÇÃO PREMIADA _9144376 |
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| 606 |
_aMEIO DE PROVA _9243746 |
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| 606 |
_aAGENTE ENCOBERTO _9322815 |
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| 700 |
_aSANTOS _bNuno Ricardo Pica dos _9195360 |
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