| 000 | 01636nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377945 | ||
| 090 | _a377945 | ||
| 100 | _a20210210u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA fase de instrução criminal em crise _fAntónio Bernardo Colaço |
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| 311 | _aCD 311. | ||
| 330 | _aI. Introito - antecedentes. II. A instrução na ótica da constituição. III. O postulado do Código do Processo Penal na matéria. IV. Afinal, o que visa a instrução? V. O Ministério Público - uma magistratura independente e autónoma na defesa dos valores de estado. VI. A publicidade na instrução a presunção de inocência. O juiz de instrução ou juiz de pré-julgamento? VII. Por um juiz de liberdades na ação penal. VIII. Magistraturas paralelas com competências distintas. IX. Concluindo: face à dimensão não essencial de instrução e os parâmetros da responsabilidade em que a magistratura do MP se move, impõe-se um impulso atualista da lei adjetiva criminal face aos valores contidos no ditame constitucional e à realidade subjacente. | ||
| 461 |
_cLisboa _dOutubro-Dezembro 2020 _vAno 41, n.º 164 _tRevista do Ministério Público _x0870-6107 _pp. 113-125 |
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| 606 |
_aINSTRUÇÃO CRIMINAL _9238556 |
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| 606 |
_aCÓDIGO DE PROCESSO PENAL _95481 |
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| 606 |
_aMINISTÉRIO PÚBLICO _9235485 |
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| 606 |
_aMAGISTRATURA DO MINISTÉRIO PÚBLICO _9101590 |
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| 606 |
_aJIC _9329868 |
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| 700 |
_aCOLAÇO _bAntónio Bernardo _9327808 |
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