| 000 | 01276nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377940 | ||
| 090 | _a377940 | ||
| 100 | _a20210209u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDescompasso entre as fragilidades da teoria do bem jurídico e o modo como ela tem sido aplicada pelo tribunal constitucional português (a propósito, especialmente, do acórdão 179/2012) _fGabriel Marson Junqueira |
||
| 311 | _aCD 315. | ||
| 330 | _a1. Introdução. 2. Contexto em que surgiu a proposta de criminalização. 3. (In)constitucionalidade do enriquecimento ilícito. 4. O primeiro equívoco do tribunal constitucional. 5. Algumas fragilidades da teoria do bem jurídico. 6. Bem jurídico: um conceito jurídico indeterminado. 7. Posturas diferentes diante das fragilidades. 8. Razões para acompanhar roxin. 9. Considerações finais. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dmaio-agosto 2020 _vAno 30, n.º 2 _tRevista Portuguesa de Ciência Criminal _x0871-8563 _pp. 233-264 |
||
| 606 |
_aENRIQUECIMENTO ILÍCITO _9101569 |
||
| 606 |
_aBEM JURÍDICO _9272410 |
||
| 606 |
_aTRIBUNAL CONSTITUCIONAL _9235428 |
||
| 700 |
_aJUNQUEIRA _bGabriel Marson _9314284 |
||