| 000 | 01237nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377923 | ||
| 090 | _a377923 | ||
| 100 | _a20210125u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPrisão preventiva e o conceito de absolvição _bRecurso eletrónico _fCatarina Veiga Ribeiro |
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| 330 | _aI. 1. A questão. 2. As balizas da lei. 2.1. As expressões “grosseiro” e “comprove que não foi agente” da lei ordinária. 2.2. Crítica. 3. Defesa de outra dimensão normativa para o artigo 225.º do Código de Processo Penal. II. 4. Os casos de absolvição do arguido — o nosso entendimento. 4.1. A absolvição por inexistência da autoria imputada — a solução da lei. 4.2. A absolvição por aplicação do princípio do “in dubio pro reo”. 4.3. A nossa posição. 5. Entre o ser e o devir — breves notas conclusivas. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJul./Dez. 2019 _vA. 79 _tRevista da Ordem dos Advogados _x0870-8118 _pp. 537-554 |
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| 606 |
_aPROCESSO PENAL _9225107 |
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| 606 |
_aDIREITO À LIBERDADE _9252016 |
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| 606 |
_aRESPONSABILIDADE DO ESTADO _9224757 |
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| 606 |
_aPRISÃO PREVENTIVA _91638 |
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| 700 |
_aRIBEIRO _bCatarina Veiga _9315821 |
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