000 03212nam a2200193 4500
001 377919
090 _a377919
100 _a20210125u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO Reg. 655/2014 sobre o procedimento de decisão europeia de arresto de contas
_bRecurso eletrónico
_euma apresentação geral
_fMiguel Teixeira de Sousa
330 _aI. Generalidades. 1. enquadramento. 1.1. objectivos. 1.2. definições. 1.3. Provisoriedade. 1.4. Fontes. 2. vinculação. 3. informatização. II. Âmbito de aplicação. 1. âmbito material. 1.1. delimitação positiva. 1.2. delimitação negativa. 2. âmbito espacial. 2.1. Casos transfronteiriços. 2.2. elementos de estraneidade. 2.3. localização da conta. 3. âmbito temporal. III. Relações entre regulamentações. 1. generalidades. 2. actos ressalvados. IV. Regime aplicável. 1. Competência internacional. 1.1. generalidades. 1.2. Post causam. 1.3. Ante ou pendente causam. 1.4. Controlo. 2. Competência interna. 2.1. Competência material. 2.2. Competência territorial. 3. Patrocínio judiciário. 4. regime dos documentos. 4.1. transmissão de documentos. 4.2. dispensa de legalização. 5. lei aplicável. 6. direito subsidiário. V. Aspectos da DEAC. 1. generalidades. 2. direito à deaC. 2.1. generalidades. 2.2. Concretização. 3. Crédito/contas. 4. medida cautelar. 4.1. generalidades. 4.2. Favor creditoris. 4.3. Procedimento ex parte. 4.4. Protecção do devedor. 4.5. responsabilidade do credor. 4.6. Processo principal. 5. vigência do arresto. VI. Aspectos do procedimento. 1. Carácter opcional. 1.1. generalidades. 1.2. Consequências. 1.3. execução. 2. Princípios do procedimento. 2.1. Princípio dispositivo. 2.2. Princípio da boa fé. 2.3. Princípio da celeridade. 2.4. Princípio da adequação formal. 2.5. Princípio da equiparação. 2.6. Princípio da “co-execução”. 3. transparência patrimonial. 3.1. generalidades. 3.2. informações. 3.3. Procedimento. 4. autoridade competente. 4.1. indicação. 4.2. Consequências. 5. execução extrajudicial. VII. Fases do procedimento. 1. enunciado. 2. Fase do decretamento. 2.1. Pedido do credor. 2.2. Convite ao aperfeiçoamento. 2.3. instrução do procedimento. 2.4. decisão do tribunal. 2.5. recurso do credor. 2.6. novo pedido. 3. Fase da execução. 3.1. Circulação da deaC. 3.2. transmissão da deaC. 3.3. aplicação da deaC. 3.4. dever de investigação. 3.5. declaração do banco. 3.6. responsabilidade do banco. 3.7. excesso de arresto. 3.8. Pagamento do credor. 4. Fase da impugnação. 4.1. Características da fase. 4.2. notificação do devedor. 4.3. impugnação da deaC. 4.4. alteração da deaC. 4.5. impugnação da execução da deaC. 4.6. tribunal competente. 4.7. Procedimento comum. 4.8. direito ao recurso. 4.9. direitos de terceiros. 4.10. Constituição de garantia.
461 _cLisboa
_dJan./Jun. 2019
_vA. 79
_tRevista da Ordem dos Advogados
_x0870-8118
_pp. 189-253
606 _aCOBRANÇA DE DÍVIDAS
_9340699
606 _aINSTITUIÇÃO BANCÁRIA
_9329968
606 _aUNIÃO EUROPEIA
_9224774
700 _aSOUSA
_bMiguel Teixeira de
_9224996