| 000 | 01805nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377888 | ||
| 090 | _a377888 | ||
| 100 | _a20201221u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDo hacking ao hacktivismo _ecaracterísticas criminais e forenses _fPaulo Gonçalves, César Afonso, Fátima Almeida |
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| 311 | _a(*) CD311. Resumo inserto no artigo | ||
| 330 | _aA internet é um aspeto significativo da mudança social global e alterou bastante a natureza da ação coletiva e dos movimentos sociais. O hacktivismo, um termo que combina o hacking e o ativismo, refere-se ao uso de várias táticas de hackeamento de computadores por motivações políticas, sociais e ideológicas. Os hacktivistas usam ferramentas digitais não-violentas, mas geralmente ilegais, para atingir esses objetivos. Os métodos mais comuns de hacktivismo incluem site defacements, ataques DoS e outros tipos de interrupções da internet. O uso dessas táticas leva a desafios na distinção entre hacktivismo e hacking, uma vez que apenas a motivação dos indivíduos pode ser diferente. Possivelmente o grupo hacktivista mais famoso é conhecido como Anonymous. Este artigo providencia uma análise qualitativa e extensa revisão da literatura acerca do modus operandi, motivos e intenções dos hacktivistas e apresenta um estudo de caso português. | ||
| 461 |
_cLisboa _dOutubro 2020 _vNº 6 _tInvestigação Criminal, Ciências Criminais e Forenses. IC3F _x1647-9300 _pp. 92-118 |
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| 606 |
_aPIRATARIA INFORMÁTICA _9325081 |
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| 606 |
_aCRIME INFORMÁTICO _9301395 |
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| 606 |
_aMODUS OPERANDI _9320489 |
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| 700 |
_aGONÇALVES _bPaulo _9327201 |
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| 701 |
_aAFONSO _bCésar _9327202 |
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| 701 |
_aALMEIDA _bFátima _9327203 |
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