| 000 | 01902nam a2200229 4500 | ||
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| 001 | 377850 | ||
| 090 | _a377850 | ||
| 100 | _a20201202u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aIdentidade e autodeterminação informacional no novo Regulamento Geral de Proteção de Dados _bRecurso eletrónico _ea inevitável privatização dos deveres estaduais de proteção _fGuilherme da Fonseca Teixeira |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aA problemática da proteção de dados pessoais afigura-se como uma realidade incontornável da sociedade de risco hodierna, na qual o «tempo tecnológico» não se compadece com o «tempo jurídico», impondo-se à função administrativa a observância de um conjunto de regras e deveres de regulação jurídica das atividades de recolha, armazenamento, tratamento e utilização de dados pessoais que se revelam fundamentais para a tutela efetiva das posições jurídicas subjetivas dos particulares. Ao longo do presente artigo, procurar-se-á analisar da jusfundamentalidade autónoma do direito à proteção de dados no contexto do direito nacional e do direito comparado, visando delimitar o seu recorte dogmático próprio. Caberá, de igual modo, versar, de forma crítica, sobre as soluções adotadas pelo legislador europeu, na atual revisão do quadro normativo da UE, que assumem um papel determinante na conformação do quadro da legislação nacional sobre proteção de dados. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJaneiro 2018 _vVol. 2, n. 1 _tCatólica Law Review _x2183-9336 _pp. 11-38 |
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| 606 |
_aREGULAMENTO _9234525 |
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| 606 |
_aPROTECÇÃO DOS DADOS _9343089 |
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| 606 |
_aDADOS PESSOAIS _9227697 |
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| 606 |
_aDIREITOS, LIBERDADES E GARANTIAS _9241250 |
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| 606 |
_aTECNOLOGIA _9234237 |
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| 606 |
_aUNIÃO EUROPEIA _9224774 |
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| 700 |
_aTEIXEIRA _bGuilherme da Fonseca _9351600 |
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