| 000 | 01611nam a2200193 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377825 | ||
| 090 | _a377825 | ||
| 100 | _a20201124u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aInterdependência securitária _eo caso da proliferação e controlo de armamentos no domínio da inteligência artificial _fMaria Francisca Saraiva |
||
| 311 | _a(*) CD311. Resumo inserto no artigo | ||
| 330 | _aEste artigo analisa as dimensões mais obscuras do uso de sistemas de Inteligência Artificial a nível militar, com enfoque particular nos sistemas de armas letais autónomas. Com base na necessidade de regulação destas tecnologias disruptivas ao nível militar, o texto defende a proibição preventiva destes armamentos e faz propostas no sentido de uma regulação global da utilização da Inteligência Artificial em ambiente militar. O artigo argumenta que os sistemas autónomos agravam as dificuldades de gestão dos instrumentos da violência armada, podendo pôr em causa os fundamentos da Estratégia. Defende igualmente a necessidade de promover uma arquitetura de controlo de armamentos global, tendo em conta que hoje já é possível usar aplicações de Inteligência Artificial em todos os domínios operacionais e que estes se encontram cada vez mais interrelacionados. | ||
| 461 |
_cLisboa _d2020 _vNº 155 _tNação e Defesa _x0870-757X _pp. 51-66 |
||
| 606 |
_aCONTROLO DE ARMAS DE FOGO _9343497 |
||
| 606 |
_aINTELIGÊNCIA ARTIFICIAL _9227243 |
||
| 700 |
_aSARAIVA _bMaria Francisca _9324763 |
||