| 000 | 01589nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 377704 | ||
| 090 | _a377704 | ||
| 100 | _a20200813u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aTer razão por último _ebreves notas sobre ter razão na justiça e a justiça constitucional portuguesa _fPaulo Ferreira da Cunha |
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| 311 | _aCD 315. Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aO presente artigo começa por se perguntar sobre questões recorrentes e em alguns casos subliminares da função de julgar. Um dos magnos problemas (e o primeiro neste âmbito) é o de decidir, naturalmente. Mas mais complicado ainda e envolvendo mais variantes e implicações é a questão do julgar por último. Evidentemente, sempre se pode conceber aquilo a que se chamou um "recurso para o céu". Mas já é um pouco tarde, creem alguns. Aplicando ao caso concreto português essas inquietações de sempre e de toda a parte, passa-se a uma sumaríssima descrição do sistema de justiça constitucional em Portugal, com alusão às consabidas polémicas, aparentemente fadadas a sempre se renovarem, entre uma perspetiva mais judicialista e uma perspetiva mais aberta à politicidade da justiça constitucional. | ||
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_cBraga _dJaneiro-Abril 2020 _vTomo 69, n.º 352 _tScientia Ivridica _x0870-8185 _pp. 103-123 |
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| 606 |
_aSISTEMA DE JUSTIÇA PENAL _9320192 |
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| 700 |
_aCUNHA _bPaulo Ferreira da _9321186 |
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